Economia

SELIC

Copom decide hoje sobre possível corte na Taxa Selic

Analistas apostam na sexta redução consecutiva dos juros apesar do dólar alto.

Da Redação

04 de novembro de 2026 às 07:01 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O Copom se reúne para definir a nova Taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano.
  • Espera-se uma redução para 13,5%, conforme o boletim Focus.
  • Esta é a sexta redução consecutiva esperada, mas analistas não preveem novo corte em dezembro.
  • A Selic havia alcançado 15% entre junho de 2025 e março deste ano.
  • Dois ex-diretores do BC estão com mandatos expirados, sem substituição ainda indicada.
  • O Copom está cauteloso devido à demanda inflacionária, mesmo com o IPCA-15 recuando em outubro.
  • A Selic influencia taxas de juros na economia, usada para controlar a inflação: cortes estimulam a economia, aumentos visam conter demanda.

Agência Brasil Taxa Selic
Taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne nesta quarta-feira (4) para definir a Taxa Selic. Apesar da pressão do câmbio, analistas esperam a sexta redução consecutiva.

Atualmente em 13,75% ao ano, a expectativa é que a Selic seja cortada para 13,5%, conforme o boletim Focus do BC. A decisão final será divulgada no início da noite.

A Selic alcançou 15% de junho de 2025 até março deste ano, nível mais alto em duas décadas. Ao contrário de antes, analistas agora não esperam novo corte em dezembro, apostando na manutenção dos 13,5% pelo menos até o final do próximo mês.

Este encontro está sendo realizado com desfalques, já que os mandatos de dois ex-diretores do BC expiraram em 2025 sem substituição ainda indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No cenário de inflação, o relatório de setembro do Copom sinalizou cautela devido à demanda inflacionária. A inflação prévia, medida pelo IPCA-15, recuou em outubro, mas se mantém acima da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN).

A Selic regula juro de títulos públicos, afetando taxas da economia e sendo ferramenta crucial para controlar a inflação. Reduções na taxa tendem a baratear o crédito, estimulando a economia, enquanto aumentos visam frear a demanda e conter preços.

Fonte: Agência Brasil



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