Economia

CONSELHO MONETÁRIO

Conselho Monetário Nacional amplia crédito a estados e municípios

Limite para operações de crédito passa de R$ 23,625 bilhões para R$ 26,625 bilhões

Teresinha Ferreira

27 de agosto de 2026 às 20:10 ▪ Atualizado há 4 horas

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  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o limite de crédito para estados, Distrito Federal e municípios em R$ 3 bilhões, totalizando R$ 26,625 bilhões.
  • A medida foi tomada para otimizar o uso do espaço fiscal até 2026, incluindo operações com e sem garantia da União.
  • Créditos com garantia da União foram ajustados para R$ 7 bilhões e sem garantia para R$ 6 bilhões.
  • No âmbito do Novo PAC, os créditos sem garantia subiram para R$ 2,2 bilhões e com garantia para R$ 2,8 bilhões.
  • A ampliação ocorreu devido à proximidade do esgotamento do saldo disponível.
  • R$ 1 bilhão foi redistribuído de PPPs para o Novo PAC.
  • Os valores para os Correios e órgãos da União permanecem inalterados.
  • O CMN é presidido por Dario Durigan, com Gabriel Galípolo e Bruno Moretti como membros.

Agência Brasil Crédito a estados e municípios
Crédito a estados e municípios

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que aumenta em R$ 3 bilhões o limite de crédito para estados, Distrito Federal e municípios, elevando o total de R$ 23,625 bilhões para R$ 26,625 bilhões.

A decisão, tomada em reunião extraordinária, visa otimizar o uso do espaço fiscal previsto até 2026, incluindo operações com e sem garantia da União.

Conforme o CMN, o novo limite redistribui o espaço fiscal identificado pela Secretaria do Tesouro Nacional, ajustando créditos com garantia da União para R$ 7 bilhões e sem garantia para R$ 6 bilhões.

Os valores para o Novo PAC também foram aumentados: o crédito sem garantia da União subiu para R$ 2,2 bilhões, e com garantia, para R$ 2,8 bilhões.

Essa ampliação, baseada em levantamento junto aos programas de reestruturação fiscal, ocorre enquanto o saldo disponível estava prestes a se esgotar.

Outra mudança importante foi a redistribuição de R$ 1 bilhão de recursos antes destinados a PPPs, agora alocados ao Novo PAC.

Os valores para os Correios e órgãos da União permanecem inalterados, em R$ 8 bilhões e R$ 625 milhões, respectivamente.

Dario Durigan preside o CMN, que também conta com Gabriel Galípolo do Banco Central e Bruno Moretti do Ministério do Planejamento e Orçamento.

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Fonte: Agência Brasil