Economia dos parques nacionais
Teresinha
09 de maio de 2026 às 09:03 ▪ Atualizado há 1 hora
O turismo em unidades de conservação federais movimentou R$ 40,7 bilhões em vendas no Brasil em 2025, gerando R$ 20,3 bilhões para o PIB e sustentando mais de 332,5 mil empregos. Os dados são do estudo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Em 2025, 175 unidades de conservação federais registraram 28,5 milhões de visitas, alcançando o maior número desde 2000. Os parques nacionais somaram 13,6 milhões de visitas, facilitadas por melhorias em infraestrutura e valorização pós-pandemia.
Segundo o ICMBio, cada R$ 1 investido resulta em R$ 16 no PIB e R$ 2,30 em arrecadação tributária. A atividade turística gerou quase R$ 3 bilhões em impostos. João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente, destacou a importância econômica e sustentável dessas áreas protegidas.
O presidente do ICMBio, Mauro Pires, afirmou que o turismo de natureza é estratégico para o desenvolvimento, com recorde de visitação fortalecendo emprego e renda.
O Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, liderou o ranking com 4,9 milhões de visitantes. O Parque Nacional do Iguaçu teve 2,2 milhões, seguido pelo Parque Nacional de Jericoacoara com 1,3 milhão.
A Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca liderou entre outras categorias, com 9,05 milhões de visitas, e o Monumento Natural do Rio São Francisco registrou 1,17 milhão pela primeira vez no levantamento.
O estudo utilizou o modelo TEMPA, reconhecido pela Unesco e Banco Mundial, para medir impactos econômicos. As unidades de conservação também atraem visitantes para educação ambiental, pesquisa e interação com comunidades tradicionais.
O ICMBio alerta para os desafios de gestão com o aumento da visitação, destacando a necessidade de equilibrar uso público e conservação. ![]()
Fonte: Agência Brasil
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