Brasil

ELEIÇÕES E SEGURANÇA

Forças Armadas destinam 25 mil militares para eleições no Brasil

Operação envolverá Marinha, Exército e Aeronáutica em áreas críticas.

Teresinha Ferreira

23 de outubro de 2026 às 11:49 ▪ Atualizado há 52 minutos

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  • Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para apoiar a Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições.
  • A operação envolve a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.
  • Atuação em ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados.
  • Apoio logístico será prestado em 39 municípios de oito unidades da federação em áreas de difícil acesso.
  • Transporte de urnas, equipamentos e equipes será feito com aeronaves, helicópteros, embarcações e viaturas.
  • Objetivo é garantir a ordem pública e a normalidade nas votações e apurações.
  • Operação solicitada pela Justiça Eleitoral e autorizada pelo Presidente.
  • Integração entre Justiça Eleitoral, Ministério da Defesa, Forças Armadas e órgãos de segurança pública.
  • Coordenação nacional a cargo do Centro de Operações Conjuntas em Brasília.
  • Comandos regionais ativados incluem Amazônia, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste.

Agência Brasil Militares para eleições no Brasil
Militares para eleições no Brasil

As Forças Armadas vão mobilizar cerca de 25 mil militares para apoiar a Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições, que ocorre neste domingo (25). A operação contará com a participação de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Os militares atuarão em ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados, além de oferecer apoio logístico em 39 municípios de oito unidades da federação, principalmente em áreas de difícil acesso.

Além disso, as Forças Armadas serão responsáveis pelo transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes eleitorais. Para isso, serão utilizados aeronaves, helicópteros, embarcações e viaturas militares, alcançando comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outras áreas de acesso complicado.

De acordo com o Ministério da Defesa, o objetivo é garantir a ordem pública, a normalidade da votação e da apuração dos votos, assegurando o livre exercício do voto. A operação ocorre mediante solicitação da Justiça Eleitoral e com autorização presidencial.

As ações serão realizadas de forma integrada entre a Justiça Eleitoral, o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e órgãos de segurança pública. Os pedidos de apoio são solicitados pelos tribunais eleitorais, que também coordenam as atividades junto aos comandos militares.

A coordenação nacional ficará a cargo do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília, em articulação com os Comandos Conjuntos ativados para a operação. A estrutura conta com os comandos da Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste, além do Comando de Operações Aeroespaciais, responsável pelos meios aéreos durante o pleito.

Fonte: Agência Brasil



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