Brasil

Empregabilidade para refugiados

Evento em São Paulo oferece cursos e empregos a refugiados

Iniciativa ajuda migrantes de várias nacionalidades com oportunidades profissionais.

Da Redação

17 de outubro de 2026 às 16:04 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • Victor Arce e Morelba Margarida são refugiados venezuelanos no Brasil há um ano.
  • Victor busca tratamento médico para a esposa e vende artesanato enquanto não encontra emprego fixo.
  • Participaram do evento "Conexões que Transformam" em São Paulo, que ajuda refugiados com capacitação e oportunidades de trabalho.
  • A iniciativa ofereceu workshops, revisão de currículos, e vagas de emprego.
  • Cerca de 70% dos participantes estavam desempregados, muitos buscando empreender.
  • Vivian Holzhacker destacou os desafios que os refugiados enfrentam no Brasil.
  • A Acnur e a Aliança Brasil Cidadã oferecem suporte contínuo com informações e cursos gratuitos.

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Victor Arce, 65, e Morelba Margarida Aquilar, 64, são refugiados venezuelanos que vivem no Brasil há um ano. Eles buscaram, em São Paulo, apoio em uma ação de empregabilidade para encontrar novas oportunidades no país.

Antes de chegar ao Brasil, Victor trabalhava como marceneiro na Venezuela, mas veio buscar tratamento médico para sua esposa. Enquanto não encontra emprego fixo, o casal vende artesanato para se sustentar.

No último sábado (17), eles participaram do evento Conexões que Transformam, promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation no centro de São Paulo. A ação reuniu cerca de 100 refugiados de 23 nacionalidades em busca de capacitação profissional.

A iniciativa contou com workshops de empregabilidade, empreendedorismo, revisão de currículos e suporte para documentação. Além disso, ofereceu vagas de emprego e atividades para crianças e bem-estar.

Segundo Maria Helena Santuche, líder do Comitê de Inserção de Refugiados e Migrantes do Grupo Mulheres do Brasil, cerca de 70% dos participantes estavam desempregados, com muitos buscando empreender por necessidade.

A representante da Acnur, Vivian Holzhacker, ressaltou que mais de um milhão de refugiados vivem no Brasil, enfrentando desafios como barreiras linguísticas e a validação de diplomas. Ações como estas ajudam a integrá-los ao mercado de trabalho local.

Para aqueles que não puderam participar, a plataforma Help da Acnur oferece informações sobre trabalho e renda, enquanto a Aliança Brasil Cidadã proporciona cursos de capacitação gratuitos ao longo do ano.

Fonte: Agência Brasil