Brasil

DESARMAMENTO E JUSTIÇA SOCIAL

Arcebispo de Aparecida defende desarmamento e justiça social

Dom Mário Antônio critica indiferença à pobreza e reafirma paz na missa do dia 12

Teesinha Ferreira

12 de outubro de 2026 às 14:53 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • Dom Mário Antônio da Silva, arcebispo de Aparecida, enfatizou o desarmamento e a atenção a fome e pobreza durante missa solene.
  • A missa contou com a presença de Geraldo Alckmin e Alexandre Padilha.
  • Dom Mário destacou a importância de não ficarmos indiferentes diante da fome, pobreza e violência.
  • Ele mencionou a necessidade de resolver questões sociais e ambientais.
  • Pediu paz e rejeitou a violência contra aqueles com opiniões diferentes.
  • O arcebispo defendeu o título de Padroeira do Brasil para Nossa Senhora Aparecida.
  • O santuário recebeu cerca de 150 mil visitantes, com destaque para a missa das 9h.
  • Fiéis realizaram peregrinações significativas para participar das celebrações.

Agência Brasil Arcebispo de Aparecida, Dom Mário Antônio da Silva, destacou a importância do desarmamento e a atenção à fome e à pobreza
Arcebispo de Aparecida, Dom Mário Antônio da Silva, destacou a importância do desarmamento e a atenção à fome e à pobreza

O arcebispo de Aparecida, Dom Mário Antônio da Silva, destacou a importância do desarmamento e a atenção à fome e à pobreza durante a missa solene na Catedral Basílica de Aparecida (SP), realizada nesta segunda-feira (12), dia da Padroeira do Brasil. Entre os presentes, estavam o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Em seu sermão, Dom Mário afirmou que "quem escuta Deus não pode ficar indiferente diante da fome, da pobreza, da violência, da solidão". Ele também salientou a necessidade de responder aos problemas sociais, como famílias e crianças afetadas por diversas dificuldades, e a degradação ambiental.

O arcebispo reforçou o apelo por paz durante a homilia, citando a inspiração do papa Leão XIV para uma "paz desarmada e desarmante". Segundo ele, o evangelho não autoriza o ódio ou a violência contra aqueles que pensam diferente.

Após a missa, Dom Mário foi questionado sobre a possibilidade de Nossa Senhora Aparecida perder o título de Padroeira do Brasil, diante de críticas de alguns grupos evangélicos ligados a campanhas políticas. O arcebispo afirmou estar confiante na continuidade do título, concedido pelo papa em 1930 e proclamado no Brasil em 1931.

Durante o feriado, o santuário recebeu cerca de 150 mil visitantes. A missa das 9h foi a mais concorrida, com devotos fazendo fila para venerar a imagem da padroeira. Entre os romeiros, Anderson Roberto Mendes da Costa enfrentou uma caminhada de 172 quilômetros, superando adversidades climáticas, para participar das celebrações.

Outra devota, Rosemeire Alves Araújo Vieira, viajou de Minas Gerais, expressando sua gratidão e pedidos por bênçãos para o Brasil durante as eleições atuais.

Fonte: Agência Brasil