DECLARAÇÃO
Da Redação
21 de agosto de 2026 às 15:24 ▪ Atualizado há 1 hora
O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) afirmou que, se for eleito, pretende convocar os três Poderes e partidos políticos para formar um “pacto nacional”. Entre os nomes que o presidenciável afirmou que gostaria de reunir na articulação está o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).
A declaração foi dada na terça-feira (18), durante sabatina promovida pelo SBT News. Cury afirmou que pretende dialogar com diferentes grupos políticos e que não seria uma ameaça para nenhuma das forças envolvidas.
Além de Rafael Fonteles, Cury citou os governadores Ratinho Jr. (PSD), Eduardo Leite (PSD), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Também mencionou Aldo Rebelo, Renan Santos e o ministro da Defesa, José Múcio.
Segundo Cury, a ideia é reunir representantes de diferentes setores para construir uma agenda comum para o país. O candidato tem defendido a redução da polarização política e afirmou que pretende negociar com diferentes grupos para garantir governabilidade.
“Precisamos fazer um pacto nacional. Temos que usar o Centrão e não ser usados por ele”, afirmou Cury durante a sabatina do SBT News.
Rafael Fonteles é citado entre nomes da esquerda
Ao mencionar possíveis integrantes da articulação, Cury apresentou Rafael Fonteles como um dos nomes do campo da esquerda que gostaria de ter no pacto.
O governador do Piauí aparece ao lado de lideranças de diferentes correntes políticas na lista apresentada pelo presidenciável. A intenção, segundo Cury, seria formar uma articulação que ultrapassasse a divisão entre os grupos políticos atualmente em disputa.
Cury foi oficializado pelo Avante como candidato à Presidência em agosto. Esta é a primeira vez que o escritor e psiquiatra disputa uma eleição.
Cury também defende semipresidencialismo
Durante a sabatina, o candidato também voltou a defender a substituição do presidencialismo pelo semipresidencialismo. Segundo ele, o modelo reduziria a concentração de poder no presidente da República e permitiria a atuação de um primeiro-ministro na condução cotidiana do governo.
Fonte: Uol
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