Educação

RENEGOCIAÇÃO FIES

Prazo para renegociar dívidas do Fies encerra na segunda-feira

Estudantes com contratos antigos do Fies têm até 31 de outubro para renegociar dívidas

Teresinha Ferreira

28 de agosto de 2026 às 14:21 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Estudantes com dívidas do Fies têm até 31 de março para renegociar no Desenrola Fies 2026.
  • A renegociação deve ser feita com o Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal.
  • A Medida Provisória nº 1.355/2026 regula esse programa.
  • Destina-se a contratos firmados até 2017 que já estão em amortização.
  • Inclui tanto contratos adimplentes quanto inadimplentes.
  • Oferece variação de descontos conforme perfil da dívida e tempo de inadimplência.
  • Renegociação pode ser formalizada por aplicativos ou em agências.
  • Pagamento inicial retira nomes dos cadastros de inadimplentes.

Agência Brasil Renegociar dívidas do Fies
Renegociar dívidas do Fies

Estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até a próxima segunda-feira (31) para participar do programa de renegociação Desenrola Fies 2026, que oferece descontos e condições facilitadas. A Medida Provisória nº 1.355/2026, que institui o Novo Desenrola Brasil, estabelece esse prazo.

A renegociação deve ser feita junto ao Banco do Brasil ou à Caixa Econômica Federal, que são responsáveis pelos contratos do Fies. Segundo o Ministério da Educação, cada contrato pode passar por apenas uma renegociação dentro do período do programa.

O Desenrola Fies 2026 é destinado a contratos firmados até 2017, que, em 4 de maio de 2026, já estavam na fase de amortização. A ação abrange tanto os contratos adimplentes quanto os inadimplentes, incluindo casos onde o estudante está inscrito em cadastros de inadimplência.

Para quem está interessado na renegociação, as condições incluem variação de descontos conforme o perfil da dívida e o tempo de inadimplência. As informações detalhadas sobre descontos devem ser consultadas nos canais oficiais dos bancos.

A formalização pode ser realizada por aplicativos móveis ou em agências. Após pagamento da parcela de entrada, nomes de estudantes e fiadores são retirados dos cadastros de inadimplentes, onde aplicável.

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Fonte: Agência Brasil