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VOOS PANORÃMICOS

Anac suspende empresas de voos panorâmicos no Rio de Janeiro

Quatro empresas tiveram atividades suspensas após fiscalizações intensificadas pela Anac.

Teresinha Ferreira

18 de agosto de 2026 às 19:06 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Anac suspendeu quatro empresas de voos panorâmicos no Rio de Janeiro.
  • De 12 empresas autorizadas, nove foram verificadas e quatro suspensas.
  • Das 46 aeronaves usadas, 18 foram fiscalizadas e nove suspensas.
  • 50% das operações apresentaram irregularidades.
  • As fiscalizações foram intensificadas devido a acidentes com helicópteros.
  • A Anac está realizando auditorias e verificações de segurança operacional.
  • O prefeito do Rio apoia medidas para garantir segurança a passageiros e turistas.
  • A Anac planeja revisar o RBAC 136 para melhorar normas de segurança.
  • O heliponto da Lagoa foi suspenso devido a suspeitas de irregularidades após um acidente fatal.
  • A população é incentivada a utilizar a plataforma Voe Seguro para denúncias.

Agência Brasil Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu quatro empresas de voos panorâmicos que operavam no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito nesta terça-feira (18) em uma coletiva na sede do Centro de Operações e Resiliência da prefeitura.

Na última semana, a Anac intensificou as fiscalizações em empresas e aeronaves dedicadas a este serviço. De 12 empresas autorizadas, nove foram verificadas, resultando na suspensão de quatro. Segundo a agência, das 46 aeronaves usadas, 18 foram fiscalizadas e nove foram suspensas.

O diretor-presidente da Anac, Tiago Chagas Faierstein, destacou que "50% das operações de voos panorâmicos apresentaram irregularidades, um número preocupante". Estas ações foram reforçadas após inúmeros acidentes com helicópteros.

Medidas tomadas pela Anac incluem auditorias e verificações de segurança operacional. O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, reafirmou que as fiscalizações visam garantir maior controle e segurança para passageiros e turistas.

As operações aumentaram em resposta a tragédias que causaram 13 mortes na cidade desde janeiro. "A população precisa estar ciente sobre a segurança desses serviços", enfatizou Faierstein, alertando ainda sobre a importância da denúncia por usuários através da plataforma Voe Seguro.

Além disso, a Anac planeja revisar o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil 136 (RBAC 136) para aprimorar normas de segurança. A prefeitura suspendeu o uso do heliponto da Lagoa por empresas de voo, devido a suspeitas de irregularidades. A decisão seguiu-se ao acidente que vitimou turistas chilenas em agosto.

Fonte: Agência Brasil