O Mobiliza formalizou junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) a relação de nomes escolhidos para disputar as eleições de 2026. A legenda homologou dois candidatos ao Senado, quatro suplentes e 11 candidatos a deputado federal.
A convenção partidária ocorreu na sexta-feira, 31 de julho, no Centro Pastoral Paulo VI, no Centro de Teresina. O partido não apresentou candidatura própria ao Governo do Piauí.
Os nomes escolhidos nas convenções ainda precisam cumprir as etapas de registro e julgamento pela Justiça Eleitoral. Somente após o deferimento do pedido serão considerados oficialmente aptos à disputa.
Candidatos do Mobiliza ao Senado
O partido escolheu Major Paulo Roberto e Toinho Dufrango para concorrer às duas vagas do Piauí no Senado Federal.
As chapas foram compostas da seguinte maneira:
- Major Paulo Roberto: candidato ao Senado;
- Carlos Alberto: primeiro suplente;
- Angélica Veríssimo: segunda suplente;
- Toinho Dufrango: candidato ao Senado;
- Gercilda Teixeira: primeira suplente;
- Dyego Soares: segundo suplente.
Cada senador eleito terá mandato de oito anos. Em 2026, os eleitores poderão votar em dois candidatos ao Senado, pois ocorrerá a renovação de dois terços das 81 cadeiras da Casa.
Lista dos candidatos a deputado federal
O Mobiliza também homologou 11 nomes para disputar vagas na Câmara dos Deputados:
- Ainoan Sousa;
- Alex Cabelo;
- Cícero Romão;
- Enéias Moraes;
- Sargenta Galiana;
- Jéssicaline;
- Marcos Aureliano;
- Maurício de Sousa;
- Orlando Matias;
- Valdivino Fofão;
- Ângela do Povão.
A eleição para deputado federal utiliza o sistema proporcional. Nesse modelo, a quantidade de cadeiras conquistadas por cada partido depende da votação total obtida pela legenda e por seus candidatos. O Piauí possui dez vagas na Câmara dos Deputados.
Partido não lançou candidato ao Governo
O Mobiliza não apresentou candidato próprio ao Governo do Estado durante a convenção. A ata contendo os nomes escolhidos foi formalizada junto ao TRE-PI. Pelo calendário eleitoral, as convenções partidárias podem ser realizadas até 5 de agosto. Depois disso, partidos e federações devem apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro das candidaturas. A homologação em convenção representa a escolha interna do partido, mas não substitui o registro nem o julgamento pela Justiça Eleitoral.