O candidato do PSTU ao Governo do Piauí, Geraldo Carvalho, realiza neste domingo (16) sua primeira atividade oficial de campanha. A agenda começa às 8h30, na Praça Pedro II, no Centro de Teresina, e contará com a participação do candidato a vice-governador, Gervásio Santos, do candidato ao Senado, Danniel Rocha, do primeiro suplente, Júnior Soares, além de militantes e apoiadores.
A abertura da campanha ocorre no dia 16, número da legenda do PSTU, e também coincide com o aniversário de 174 anos de Teresina. Para marcar a data, a campanha de Geraldo iniciou as atividades nas redes sociais com a divulgação de um vídeo em homenagem à capital piauiense.
Gravado no bairro Poti Velho, na zona Norte de Teresina, o vídeo resgata aspectos históricos da região. Na mensagem, Geraldo Carvalho destaca que, antes mesmo da fundação oficial da capital, o local foi território indígena e espaço de resistência quilombola.
O candidato também chama atenção para o contraste entre os 174 anos de Teresina e a permanência de problemas considerados básicos, como a falta de saneamento adequado. Segundo ele, a situação também afeta o Poti Velho, região apontada como parte do processo de povoamento que deu origem à cidade.
“Teresina chega aos 174 anos sem ter conseguido resolver problemas elementares para grande parte da população, como o acesso ao saneamento básico. Isso acontece inclusive no Poti Velho, onde começou oficialmente a criação da nossa cidade”, afirma Geraldo no vídeo.
Como parte do programa do PSTU, o candidato defende a reestatização dos serviços de água e saneamento e uma Agespisa pública, sob controle da população usuária e dos trabalhadores da companhia.
Geraldo também critica a privatização dos serviços de água e saneamento realizada durante o governo Rafael Fonteles (PT), a qual classifica como uma medida “entreguista”. Para o candidato, o acesso à água e ao saneamento deve ser tratado como direito fundamental, e não como mercadoria voltada à geração de lucro para empresas privadas.
“Água e saneamento são direitos. Não podem ser transformados em mercadoria. Defendemos uma Agespisa pública, reestatizada e controlada por quem trabalha nela e pela população que utiliza seus serviços”, defende Geraldo.
Loading...