Política

Veloso: subconcessão é uma política de governo e será decidida na Justiça

Fonte: Paulo Pincel | Editor: Paulo Pincel 01/06/2017 07:00
Emanuel Veloso Filho, presidente da Agespisa Emanuel Veloso Filho, presidente da AgespisaFoto: Paulo Pincel

O novo presidente da empresa de Águas e Esgotos do Piauí S/A, Emanuel Veloso Filho, já adotou algumas medidas para tentar reverter a grave situação da Agespisa, que tem um déficit mensal de R$ 5 milhões. Os números foram revelados nessa quarta-feira (31), durante a sessão plenária na Assembleia Legislativa para sabatinar o nome indicado pelo governador Wellington Dias para presidir a Agespisa, em substituição a Raimundo Trigo.

Além de revelar qual a real situação da empresa, Emanuel Veloso adiantou as primeiras medidas adotas pela nova diretoria da Agespisa para equilibrar receitas e despesas.

Um dos principais questionamentos dos deputados, sobretudo os de oposição, foi em relação a situação dos empregados da Agepisa. O presidente garantiu que a grande maioria vai continuar trabalhando na empresa, porque existe demanda para isso, embora subordinados à Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi).

Outro ponto polêmico foi em relação à subconcessão dos serviços de saneamento urbano da capital, cujo valor da licitação está orçado em R$ 1,7 bilhão e foi vencida pelo grupo Aegea Saneamento Ambiental S/A. A subconcessão está judicializada, aguardando uma decisão do Supremo Tribunal Federal.

“A questão da subconcessão é coisa que está ajuizada é uma decisão de governo é uma política de governo é uma deliberação de governo nossa missão lá é exatamente cuidar da agespisa inclusive dessa transição nós temos a responsabilidade de fazer essa discussão estabelecer esse diálogo fazer um plano menos traumático possível", acredita.

"Estamos vendo os números das agências da situação é gravíssima a situação financeira da companhia é grave, mas já temos algumas ações que já foram discutidas, inclusive o modelo de gestão que estamos adotamos, com uma diretoria colegiada, a discussão mais ampliada para conhecer melhor empresa. Temos vários planos para superar essa situação", avisou.

Sobre a questão da segurança jurídica, levantada durante a sabatina na Assembleia Legislativa, Emanuel Veloso adiantou que ela vai ser discutida no âmbito do Judiciário. "O que nós temos lá são garantias do contrato que tem um plano de execução de metas onde eles vão universalizar a questão da água em Teresina e também chegar a 90% da cobertura de esgotamento sanitário é tudo que a Teresina precisa é uma solução Solução rápida emergencial para a gente superar e notar a capital de uma água de bom tratamento e o sistema de esgotamento que somente nesse período crítico do b-r-o-bro.

Emanuel Veloso também ressaltou que a subconcessão da Agespisa será monitorada de perto pela diretoria da empresa. "O plano da empresa (IAegea Sanamento) inclusive vai ser acompanhado fiscalizado pela Agespisa que por sua vez ser acompanhada pela sede agência reguladora de saneamento de Teresina. Essa responsabilidade cabe a Agespisa. Nós temos que cuidar da Agespisa até porque a empresa não vai cuidar só de Teresina. Existe a zona rural de Teresina, que a competência da empresa e mais 156 municípios no interior do Piauí", destacou Veloso.

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