Política

Secretário considera maledicência atribuir morte à PMT

Fernando Said lamentou o assassinato do estudante Rayron Holanda
Fonte: PMT | Editor: Paulo Pincel 26/11/2018 16:14
Rayron Holanda foi morto durante assalto em Teresina Rayron Holanda foi morto durante assalto em TeresinaFoto: Montagem/Paulo Pincel

O secretário de Comunicação da Prefeitura de Teresina, jornalista Fernando Said, considerou “maledicência” tentar responsabilizar a PMT pela morte do estudante de Medicina Antônio Rayron Soares de Holanda, 22 anos, executado com um tiro de revólver calibre 22, no peito, na manhã de domingo (25), na estação de passageiros Macaúba, na Av. Miguel Rosa, zona Sul de Teresina.

“Senão uma irresponsabilidade, no mínimo maledicente. Algumas pessoas estão fazendo isto, ou por falta de conhecimento ou má fé deliberada. A Prefeitura lamenta profundamente o ocorrido, mas está é uma questão de segurança pública. Todos nós estamos hoje sujeitos a estes incompreensíveis e indesejáveis acontecimentos, inclusive dentro de nossas próprias casas”, lembrou o secretário

Segundo Said, fatos como o de domingo tem se repetido em todo o Brasil, de diversas formas, em diversos lugares e circunstâncias. Em Teresina, foram 11 homicídios no final de semana.

“A Prefeitura vem dotando a cidade de equipamentos e estruturas urbanas que possam melhorar a vida dos teresinenses e tem adotado medidas que possam ajudar nos aspectos de segurança. No entanto, atos como estes, que nos entristecem, são de estrita competência de organismos que lidam com a segurança pública das pessoas”, advertiu.

O secretário ressaltou que a Prefeitura tem dialogado constantemente com os órgãos responsáveis pela segurança pública para definir estratégias de combate à criminalidade e violência na capital. A PMT tem apoiado e ajudado estes órgãos naquilo que é possível e de competência da municipalidade, assegurou.

“Estaremos sempre dispostos a ir além de nossa capacidade para contribuir com a segurança em Teresina, mas é desproporcional e chega a ser ato de desonestidade se exigir algo que não está ao alcance completo da Prefeitura. Fatos lamentáveis como este q vitimou este estudante estão virando rotina e acontecendo em todos os lugares, públicos ou privados”, lamentou.

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