Wellington Dias participa da Marcha das Margaridas

A marcha é uma preparação para a grande concentração nacional, nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília


Governador Wellington Dias na marcha

Governador Wellington Dias na marcha Foto: Francisco Leal/CCom

O governador Wellington Dias participou na manhã desta nesta segunda-feira (6), na Praça da Liberdade, da concentração para 6ª Marcha das Margaridas, que percorreu a Avenida Frei Serafim indo até a Assembleia Legislativa do Piauí, onde houve uma manifestação contra a Reforma da previdência.  A marcha é uma preparação para a grande concentração nacional, nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília.

Organizada pela Federação dos Agricultores e Agricultoras do Estado do Piauí (Fetag-PI). Neste ano, as “margaridas” – como são chamadas as trabalhadoras rurais – também protestaram contra o feminicídio e a violência doméstica, que ainda mata mulheres no Piauí.

 “Todas as pautas daqui têm o nosso apoio. Na previdência, por exemplo, não é razoável o que querem fazer com relação à aposentadoria rural. A marcha significa a luta pela garantia de direitos, contra a violência, por mais empregos, por mais apoio no campo. De um lado, uma luta para evitar perdas e, de outro, para mais conquistas”, destacou Wellington Dias, que estava acompanhado da deputada federal Rejane Dias e da vice-governadora Regina Sousa.

“A marcha é realizada em um momento oportuno, quando temos que dizer o que está acontecendo no país. A reforma é uma maldade que querem fazer com todos os trabalhadores, principalmente os rurais. Há muita coisa que pode contribuir para equilibrar o caixa da previdência, sem que precisem mexer no bolso de quem ganha tão pouco como, por exemplo, a elaboração de uma emenda para não ter Refis para a dívida de previdência. A contribuição previdenciária é uma das mais sonegadas, portanto, vamos cobrar para que não tirem dos mais pobres”, prometeu Regina Sousa.

Marcha das Margaridas
Vice-governadora Regina Sousa na Marcha das Maragaridas 2019   [Foto: Francisco Leal]

A marcha tem uma pauta ampla, segundo a  a presidente da Fetag, Elisângela Moura. Aqui lutamos por melhores condições de vida das mulheres do campo, onde possamos garantir agricultura familiar e todos os direitos à saúde e educação, mas neste momento focamos a atenção para a reforma que é prejudicial aos trabalhadores, principalmente às mulheres. Não existe violência mais grave quanto essa proposta que tira o direito das trabalhadoras rurais de se aposentarem, que tira o direitos das idosas. Estamos aqui para dizer não a essa reforma e também para conscientizar a bancada federal para que possa votar contra as medidas da reforma”, atentou.

O líder do Governo na Assembleia Legislativa,  deputado Francisco Limma (PT), entende que a reforma proposta pelo presidente Bolsonaro precisa ser combatida. “Estamos precisando mais do que nunca segurar as mãos de cada companheiro em todos os espaços que temos para enfrentar essa onda conservadora simbolizada pelo atual governo federal e que vem atingindo negativamente a maioria da população. Vamos enfrentá-los para barrar essa proposta de reforma e qualquer tipo de ameaça aos direitos conquistados dos trabalhadores”, defendeu.

Fonte: CCom

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