MDB e Progressistas já admitem que acordo é improvável

Themístocles Filho repetiu hoje que o remédio para a disputa é o voto


Ciro e Themístocles, lado a lado, na posse de Wellington Dias

Ciro e Themístocles, lado a lado, na posse de Wellington Dias Foto: Paulo Barros/CCom

Os dois lados jogaram a toalha: não haverá acordo e a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa do Piauí vai ser decidida no voto. MDB e Progressistas têm pouco mais de 20 dias para convencer os deputados  indecisos de que representam o melhor para o parlamento: a mudança, pregada pelos partidários de Hélio Isaías, ou a manutenção da gestão, que o MDB garante vem dando certo há 14 anos.      

O deputado estadual Themístocles Filho (MDB), bastante otimista depois do encontro com o governador Wellington Dias (PT), reproduziu, nesta quarta-feira (9), o que disse o presidente do MDB no Piauí, senador eleito Marcelo Castro, de que se não há remédio, remediado está.

Candidato à reeleição, Themístocles repetiu que “o remédio para alguns problemas tem que ser o voto”. E lembrou que se não fosse assim, não  haveria disputa.

“Para governador só tinha um concorrente, presidente só tinha um, senador só tinha um, deputado só tinha os 30”, comparou. “Se a gente daqui para lá não encontrar um entendimento, deixa os colegas decidirem livremente”, defendeu.

Governador do Piauí, Wellington Dias, cumprimenta Themístocles Filho
Wellington e Themístocles: aperto de mão pode ter selado a paz na base e o resultado da eleição        [Foto: Jorge Bastos]  

 

Fonte: Paulo Pincel

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