Moro estreia no Twitter e consegue quase 80 mil seguidores em 2 horas

“Resolvi aderir ao Twitter... um instrumento poderoso de comunicação", avaliou


Ministro da Justiça, Sérgio Moro

Ministro da Justiça, Sérgio Moro Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, decidiu aderir ao estilo de comunicação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e criou um perfil oficial no Twitter. Na rede social, ele prometeu explicar pontos do pacote anticorrupção apresentado ao Congresso, além de ações da pasta chefiada por ele.

Na estreia, Moro conquistou quase 80 mil seguidores em cerca de duas horas. Entre as contas seguidas pelo ministro, estão os perfis de Bolsonaro, do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público Federal (MPF).

Moro justificou a entrada na rede social. “Resolvi aderir ao Twitter pois é um instrumento poderoso de comunicação. A ideia é divulgar os projetos e as propostas do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, escreveu. Bolsonaro comemorou: “Seja bem vindo, ministro”.

Apesar da iniciativa, Moro disse que não estará “on-line” o tempo todo. “Nem sempre poderei estar por aqui, pois o trabalho é intenso, mas quando possível darei informações sobre as ações do Ministério”, publicou.

Entre as principais propostas do ministro, está divulgar as ações de governo. “Quero explicar aqui o projeto de lei anticrime, além das medidas executivas em andamento do Ministério”, destacou. Ele ainda ressaltou que “há muitas páginas de apoio e até alguns perfis falsos, mas este Twitter é meu mesmo, Sergio Moro”, disse.

Internautas também comemoraram a entrada de Moro na rede. “Estamos muito felizes por sua presença aqui!”, escreveu um perfil de apoio ao governo. Alguns pediram para que ele também convidasse o ministro da Economia, Paulo Gudes, para a plataforma. A hashtag #SejaBemVindoSergioMoro foi lançada para popularizar o perfil de Moro.

Desde a campanha eleitoral, no ano passado, o Twitter se tornou uma das ferramentas de comunicação mais frequentes de Bolsonaro. Após ser eleito, ele passou a usar a plataforma para fazer anúncios de políticas públicas, criticar opositores e comemorar ações de governo.

A atitude de Bolsonaro é criticada nos bastidores por falta de unidade no discurso do presidente e da equipe dele. O mais recente conflito do pesselista foi com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Em meio à discussão sobre a prioridade dada pelo governo à tramitação da reforma da Previdência na Câmara, Maia disse que o presidente deveria “gastar mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo para as redes sociais”.

Fonte: Metropoles.com

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