Gravida

Traficante grávida de 8 meses passa mal ao ser presa pela Depre

A lanchonete "de fachada" de Joana D’arc Rodrigues de Oliveira era uma boca de fumo


Joana D'arc foi atendida pelo SAMU e levada para a Maternidade do Promorar

Joana D'arc foi atendida pelo SAMU e levada para a Maternidade do Promorar Foto: Depre

Flagrada no que seria uma lanchonete, mas onde funcionava uma “boca de fumo”, Joana D’arc Rodrigues de Oliveira, grávida de 8 meses, passou mal ao ser presa, junto com o companheiro, Laércio Conrado da Silva, e Herlanilson Rodrigues da Silva, que “quebrava” as pedras de crack para a venda, na quinta-feira (13). A dona da boca foi levada para a Maternidade do Preomorar, na zona Sul de Teresina, onde recebeu atendimento.

Os três foram presos em flagrante por tráfico e associação ao tráfico em operação da Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (DEPRE) na zona Norte de Teresina.

Além de R$ 2 mil em espécie, a Depre apreendeu 15 pedras de crack, 20 embalagens de skank, dois pacotes maiores de maconha, uma pedra maior de crack, além de uma faca usada para o corte da droga.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) levou a mulher para a Maternidade do Promorar, onde ela foi vigiada enquanto era atendida.  “A dona da boca de fumo, grávida de oito meses, passou mal e tivemos que chamar o SAMU. Ficamos até às três horas da manhã fazendo a escolta dela na Maternidade do Promorar para, depois, levá-la à Central para ser encaminhada a audiência de custódia”, explicou o delegado Cadena Júnior, coordenador da Depre.

“Essa é a terceira vez em que é concedido mandado de busca pela DEPRE. Na primeira vez, a Joana D’arc já foi presa por posse ilegal de arma de fogo. Na segunda vez, não foi encontrado nada. E, nessa terceira vez, o movimento cresceu muito e ela tinha uma lanchonete de ‘fachada’ para dizer que vendia salgados, mas, na verdade, estava fazendo o tráfico de entorpecentes. A pessoa não saia com salgado. Isso chamou a atenção dos investigadores. Então, foi pedido a busca e, chegando lá, houve a voz de prisão”, relatou o delegado.

Fonte: DEPRE

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