JUSTIÇA 5 ANOS DEPOIS
Natalia Costa
28 de abril de 2026 às 11:24 ▪ Atualizado há 1 hora
O corpo do pedreiro Joilson Pereira, morto em 2020 em uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) , foi exumado na manhã desta terça-feira (28) em Picos, no centro Sul do Piauí. O procedimento deve ajudar a esclarecer as causas da morte do pedreiro, que pode ter uma reviravolta cinco anos depois.
Na época, a Polícia Civil concluiu o inquérito do caso e encaminhou à Justiça. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também apurou o caso em sigilo, mas ninguém foi preso.
A exumação, ato de retirar o corpo do local onde foi enterrado, é realizada pela equipe da Polícia Científica da Polícia Civil do Piauí e por peritos de Brasília.
O pedreiro, que na época tinha 39 anos, morreu no dia 3 de junho de 2020, em uma abordagem da PRF no bairro Bomba, em Picos.
De acordo com a família da vítima, ele conduzia uma motocicleta embriagado e sem capacete, mas o veículo pertencia a ele e estava regularizado.
A família e um amigo afirmam que um policial atirou em Joilson, que morreu. A PRF informou, por meio de nota, que o caso seria apurado.
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