Vistoria no Hospital Infantil aponta diversos problemas estruturais

Também falta medicamentos e insumos e o prédio possuí fiação exposta


Vistoria aponta vários problemas no Hospital Infantil

Vistoria aponta vários problemas no Hospital Infantil Foto: Divulgação/MP

O Ministério Público do Piauí realizou uma vistoria no Hospital Infantil Lucídio Portela (HILP) situado no Centro de Teresina. O objetivo foi avaliar os aspectos da unidade de saúde como estrutura física, material, pessoal e procedimentos de trabalho. O promotor de Justiça Eny Marcos Vieira Pontes, que responde pela 12ª Promotoria de Justiça de Teresina, realizou a vistoria juntamente com os fiscais Carlos Furlan e Marcos Aurélio, do Conselho Regional de Farmácia (CRF), e Amparo Castro, do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren). 

Entre os principais problemas encontrados estão a falta de medicamentos e insumos, estrutura física precária, por exemplo, no almoxarifado e no teto de alguns corredores, onde foi verificada a presença de mofo; equipamentos pelos corredores, gesso quebrado em alguns setores, salas da enfermaria sem ar condicionado e fiação exposta. 

A equipe visitou os setores de Farmácia, Almoxarifado, Enfermaria, Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Triagem Neonatal e Laboratório. Durante a visita, a equipe que vistoriava o local conversou com o diretor-geral do HILP, Vinicius Pontes; a diretora clínica, Leiva Moura; a supervisora da Farmácia, Ana Karina Lustosa; a supervisora de Enfermagem Infantil, Thuany Nardine, dentre outros profissionais. 

Vistoria aponta irregularidades no Hospital Infantil

O representante do Ministério Público também procurou saber como estava o estoque de medicamentos no HILP, uma vez que em setembro deste ano, o MPPI expediu uma recomendação ao secretário Estadual de Saúde, Florentino Neto, e ao presidente da Fundação Estadual de Serviços Hospitalares, Natália de Sena Monteiro Lima Pinheiro. O documento solicitava a adoção de medidas para regularizar o estoque de remédios da unidade de saúde. Ficou constatado que a orientação do órgão ministerial não foi completamente atendida. 

Após a vistoria, o promotor de Justiça estudará as medidas administrativas e/ou judiciais que serão tomadas para assegurar a prestação do serviço de saúde de qualidade, com observância da legislação.

Fonte: MPPI

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