SEGURANÇA

PM-box em prédios do TJ serão reativados com policiais militares da reserva

Para o coronel Lindomar Castilho, a medida permitirá o retorno de policiais da ativa à atividade-fim


Presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Sebastião Ribeiro Martins

Presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Sebastião Ribeiro Martins Foto: Jorge Bastos/CCom

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJ-PI), desembargador Sebastião Ribeiro Martins, e o comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Piauí (PM-PI), coronel Lindomar Castilho, assinaram, na manhã desta segunda-feira (12), convênio que prevê a ocupação dos postos de segurança em prédios do TJ-PI por policiais militares da reserva remunerada e consequente retorno de agentes que atuam no Tribunal para os quadros da corporação.

O Convênio nº 53/2019 "tem por objetivo a designação de policias militares da reserva remunerada, convocados para integrarem a segurança patrimonial dos edifícios-sede das unidades judiciárias que compõem o Poder Judiciário piauiense, assim como exerçam atividades de policiamento ostensivo".

"Com esse convênio nós proporcionaremos uma redução de custos ao Tribunal, por conta da substituição de mão de obra terceirizada de empresas de segurança privada por policiais militares da reserva, e também à sociedade, uma vez que policiais militares da ativa que hoje atuam na segurança patrimonial do TJ-PI poderão retornar a seus postos nos quadros da Polícia Militar", explicou o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Sebastião Ribeiro Martins.

Para o coronel Lindomar Castilho, a medida permitirá o retorno de policiais da ativa à atividade-fim "sem abrir mão da segurança de nenhum magistrado, servidor ou jurisdicionado de nenhuma comarca". "Acreditamos que até o final do ano poderemos ter cerca de 50 policiais militares da ativa de volta aos quartéis. Vamos agora convidar os policiais da reserva remunerada que quiserem se apresentar para esta função. Eles deverão passar por uma inspeção de saúde para comprovar sua plena capacidade física para exercer funções de guarda e segurança interna", detalhou.

Serviço

Pelo acordo, "a atividade de segurança patrimonial será realizada por meio de escalas regulamentares de revezamento, na forma de 24h de serviço por 72h de folga ou 12h de serviço por 36h de folga".

Fonte: ASCOM/TJ-PI

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