MULHER

Nupevid realiza capacitação do projeto PRO MULHER para a Rede de Atendimento

O PRO MULHER é um sistema de registro unificado que visa armazenar todos os atendimentos realizados pela rede


NUPEVID

NUPEVID Foto: Divulgação

O Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), por meio da 10ª Promotoria de Justiça, órgão de execução do Ministério Público do Piauí (MPPI), realizou, nesta sexta-feira (6), a capacitação do Protocolo Único de Atendimento à Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (PRO MULHER) para os profissionais da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência.
 
O PRO MULHER é um sistema de registro unificado que visa armazenar todos os atendimentos realizados pela rede, à mulher em situação de violência doméstica e familiar.
 
A promotora de Justiça e coordenadora do Nupevid, Amparo Paz, afirma que o primeiro contato com a rede de Teresina foi realizado  com sucesso. “Nós aproveitamos a capacitação para contemplar os 20 colegas que aderiram ao projeto no interior e pretendemos apresentar, a cada um, o passo a passo do PRO MULHER, com a finalidade de organizar o fluxo de atendimento da mulher em situação de violência doméstica. Através do protocolo, vamos ter acesso ao que aconteceu com aquela mulher que entrou no sistema, evitando a revitimização e otimizando o atendimento”, afirma a promotora.
 
“O protocolo é uma atuação articulada entre as instituições e serviços, visando à ampliação e melhoria da qualidade do atendimento em forma de um diálogo mútuo. Nós, do Ministério Público do Piauí, estamos orgulhosos por implementar esse projeto”, declara a chefe de gabinete do MPPI, Cleia Fernandes.

De acordo com o promotor de Justiça da comarca de Barras, Silas Sereno, o projeto melhora a comunicação da rede. “Uma das maiores demandas que nós temos na promotoria de Barras, da qual sou titular, é a violência doméstica. Então, temos uma necessidade de implementar outras estratégias para contemplar a mulher, não só na acusação do agressor, além disso, temos a integração de dados e demandas de outras instituições que precisam se comunicar e dialogar para consolidar dados que, às vezes, uma instituição tem e outra não tem”, conclui.

Fonte: Dhayrine Borges

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