Economia

PROJEÇÕES AGRÍCOLA

IBGE projeta safra recorde de grãos em 2026: 354,5 milhões de t

Produção de grãos deve crescer 2,4% comparado a 2025, diz IBGE.

Teresinha Ferreira

15 de outubro de 2026 às 10:18 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O IBGE projeta uma safra recorde de grãos de 354,5 milhões de toneladas em 2026.
  • Isso representa um crescimento de 2,4% em relação a 2025.
  • A estimativa de setembro em relação a agosto de 2026 aumentou 0,4%, ou 1.566.233 toneladas.
  • A área a ser colhida deve aumentar para 83,2 milhões de hectares.
  • Soja, milho e arroz dominam a produção, representando 93% do total.
  • A soja está projetada para chegar a 175 milhões de toneladas, um aumento de 5,4%.
  • O arroz deve ter uma queda de 11,4%, com 11,2 milhões de toneladas.
  • O milho deve crescer 1,1%, alcançando 143,3 milhões de toneladas.
  • Projeções para trigo, algodão e sorgo variam: trigo cairá 24% e sorgo aumentará 11%.

Agência Brasil Safra recorde de grãos
Safra recorde de grãos

O IBGE projeta uma safra recorde de grãos em 2026, com uma produção estimada de 354,5 milhões de toneladas, segundo o levantamento divulgado nesta quinta-feira (15). Isso representa um crescimento de 2,4% em relação a 2025.

A estimativa de setembro em relação a agosto de 2026 ficou praticamente estável, com um aumento de apenas 0,4%, equivalente a 1.566.233 toneladas.

Esse crescimento ocorre em meio a uma expansão da área a ser colhida, que deve atingir 83,2 milhões de hectares, um acréscimo de 1,6 milhão de hectares em comparação com o ano anterior.

Entre os principais grãos, soja, milho e arroz continuam dominando a produção, correspondendo a 93% do total estimado. A soja, por exemplo, está projetada para alcançar 175 milhões de toneladas, um aumento de 5,4%.

Em contrapartida, o arroz deverá ter uma queda de 11,4%, com uma produção estimada de 11,2 milhões de toneladas. O milho, no entanto, deverá crescer 1,1%, atingindo 143,3 milhões de toneladas.

Para outros grãos, como trigo, algodão e sorgo, as projeções variam. O trigo deverá cair 24%, enquanto o sorgo deverá aumentar em 11%, refletindo as condições de mercado e climáticas.

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Fonte: Agência Brasil