Economia

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Desemprego no Brasil cai para 5,3% no trimestre encerrado em agosto

Taxa atingiu menor nível desde 2012, com aumento histórico de trabalhadores ocupados.

Teresinha Ferreira

29 de setembro de 2026 às 10:00 ▪ Atualizado há 4 dias

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  • A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3%, a menor desde 2012.
  • Houve uma redução em relação ao ano passado e ao trimestre anterior.
  • A população ocupada atingiu 103,5 milhões, um aumento de 0,8% em relação ao trimestre anterior.
  • O número de empregados com carteira assinada chegou a 39,5 milhões.
  • A população desocupada caiu para 5,8 milhões, uma redução de 4,6%.
  • A população desalentada ficou em 2,4 milhões, com uma queda de 11,9% em relação a 2025.
  • A taxa de informalidade subiu para 37,5%, abrangendo 38,8 milhões de trabalhadores.
  • O rendimento mensal médio foi de R$ 3.777.
  • A massa salarial totalizou R$ 385,6 bilhões, aumentando 1,4% no trimestre e 4,8% no ano.
  • 68,5 milhões de pessoas contribuem para a previdência social.
  • O estudo indica uma recuperação do mercado de trabalho e fortalecimento econômico pós-pandemia.

Agência Brasil Desemprego no Brasil cai
Desemprego no Brasil cai

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em agosto, alcançando o menor índice desde 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado representa uma queda em relação ao mesmo período do ano passado e ao trimestre anterior, quando estava em 5,6%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE. O levantamento mostrou que a população ocupada atingiu um recorde de 103,5 milhões de pessoas, um aumento de 774 mil trabalhadores, ou 0,8%, comparado ao trimestre anterior.

O número de empregados com carteira assinada também atingiu uma máxima histórica de 39,5 milhões. Já a população desocupada caiu para 5,8 milhões, uma redução de 4,6% em comparação ao período de março a maio. Enquanto isso, a população desalentada permaneceu estável em 2,4 milhões, representando uma queda de 11,9% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

A taxa de informalidade subiu para 37,5%, abrangendo 38,8 milhões de trabalhadores. Informais são aqueles sem carteira assinada ou que trabalham por conta própria e sem registro de CNPJ. O rendimento mensal médio foi de R$ 3.777, próximo ao recorde de R$ 3.783, registrado no trimestre finalizado em fevereiro de 2026.

Por sua vez, a massa salarial totalizou R$ 385,6 bilhões, crescendo 1,4% no trimestre e 4,8% no ano, fomentando o consumo e investimentos. O número de contribuintes para a previdência social também foi recorde, com 68,5 milhões, significando que 66,2% de todos os trabalhadores contribuem.

O estudo reflete um mercado de trabalho em recuperação após o pico de desemprego de 14,9% durante a pandemia, indicando fortalecimento econômico e melhores condições para os trabalhadores brasileiros.

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Fonte: Agência Brasil