No total, pelo menos 22 senadores titulares não continuarão após as eleições, com possibilidade de aumento desse número dependendo das urnas. Dos 13 confirmados para sair, nove são titulares e quatro são suplentes.
Entre os que não concorrem, alguns buscam postos diferentes: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência, Marcos Rogério (PL-RO) ao governo de Rondônia, e Mara Gabrilli (PSD-SP) à Assembleia Legislativa. Outros, como Dra. Eudocia (PSDB-AL), disputam a posição de primeiro suplente.
Sete senadores em exercício são suplentes, incluindo Sargento Reginauro (PSDB-CE) e Carlos Portinho (PL-RJ), dos quais quatro não concorrem a nenhum cargo, enquanto Portinho busca renovar seu mandato.
Em 2026, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul terão novos senadores. Não há candidatos a reeleição nessas regiões, garantindo mudanças significativas nessas bancadas.