Meta afirma ao TSE não haver irregularidades no Exército do Lula

Resposta atende a solicitação do TSE após pedido de Flávio Bolsonaro para revisão.

A Meta comunicou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou violações no canal Exército do Lula, no WhatsApp, utilizado para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reeleição.

A resposta foi dada após solicitação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que determinou uma revisão completa a partir de um pedido de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo a Meta, não houve detecção de conteúdo contrário às políticas da empresa. "A análise técnica não encontrou infrações, conforme declaração anexa", afirmou a empresa.

A campanha de Flávio alegou que as redes da Meta poderiam não estar cumprindo as normas de integridade eleitoral estabelecidas.

Anteriormente, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, decidiu manter o canal ativo, impedindo suspensões individuais por parte de membros da Corte.

No início do mês, Nunes Marques chegou a suspender o canal a pedido da campanha de Flávio, argumentando a disseminação de conteúdos inverídicos.

Posteriormente, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Vilas Bôas Cuêva, revogou a decisão de suspensão, e Kassio Nunes Marques oficializou a reativação do canal após registro no TSE.