Nas eleições de 2026, marcadas para o dia 4 de outubro, cada eleitor brasileiro deverá escolher dois senadores, devendo os votos serem para candidatos diferentes. Na urna, essas escolhas serão as terceira e quarta da sequência de votação, após deputado federal e deputado estadual ou distrital.
A justificativa para os dois votos é que cada estado e o Distrito Federal são representados por três senadores eleitos para mandatos de oito anos. A cada eleição, ou um terço ou dois terços do Senado são renovados. Em 2026, serão eleitos 54 senadores em âmbito nacional.
É importante lembrar que não é permitido votar duas vezes no mesmo candidato. Caso isso aconteça, apenas o primeiro voto será contabilizado, e o segundo será anulado. Os candidatos ao Senado são identificados por números de três dígitos, que o eleitor deve conferir na urna antes de confirmar o voto.
Os eleitores devem estar cientes de que não podem votar em candidatos de outros estados. O voto é restrito aos concorrentes do estado ou do Distrito Federal onde o título de eleitor está registrado.
Na urna, aparecerão também os nomes dos suplentes de cada candidato ao Senado. Os suplentes participam da chapa e podem assumir o mandato em algumas circunstâncias previstas por lei.
Outra particularidade das eleições para o Senado é que não há segundo turno. Os senadores são eleitos pelo sistema de maioria relativa, sendo os mais votados no primeiro turno os novos representantes.
Os senadores eleitos iniciarão seus mandatos em 2027, com duração até 2035. Para garantir um voto informado, os eleitores devem se preparar, anotando os números dos seus candidatos e levando essa colinha para a votação; o uso de celulares no local é proibido.
Para mais informações, é possível acessar o site especial das eleições da Agência Senado. Dúvidas podem ser verificadas pelo Senado Verifica, via WhatsApp: 61 98190-0601.