Política

Wellington Dias vai ao STF barrar privatização da Eletrobras

Fonte: Redação 07/09/2017 10:55
Ministra Rosa Weber durante sessão plenária do STF Ministra Rosa Weber durante sessão plenária do STFFoto: STF

Depois de cumprir uma agenda movimentada na parte da manhã, inclusive da reunião com governadores de vários estados brasileiros em Brasília, o governador do Piauí, Wellington Dias, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde foi recebido pela ministra Rosa Weber.

A exemplo da reunião com os governadores, Wellington Dias quer evitar a privatização da Chesf e da Eletrobras. "A ministra disse que já comunicou a AGU (Advocacia Geral da União) e está aguardando o pronunciamento do Governo Federal para o posicionamento"

Wellington Dias reclama que o governo federal federalizou a Companhia Energética do Piauí (Cepisa), mas não pagou a conta dessa decisão. "O Piauí não pode ficar no prejuízo. É minha obrigação enquanto governador do Estado buscar garantir isso”, prometeu.

“Como já nos posicionamos na Carta dos Governadores, é preciso que haja diálogo e responsabilidade em todo esse processo que envolve tanto a Eletrobras como a Chesf", ressaltou o governador, avisando que, se preciso, vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal para evitar as privatizações.

No encontro com Rosa Weber, Dias recebeu a informação de que o Piauí vai receber recursos referentes à diferença do que era devido e do que foi pago do Fundo de Desenvolvimento da Ensino Fundamental (Fundef) ao Piauí.

"Aqui nós tivemos uma boa notícia para os Estados que é a confirmação do direito de receber a diferença dos recursos do Fundeb. Lá atrás, o Governo Federal pagou um valor menor e agora temos a confirmação da obrigação do pagamento pelo STF, o que já era um entendimento do STJ", comemorou.

Agenda

Além da reunião com outros governadores do Brasil, Dias participou de audiências com o ministro da Saúde, Ricardo Barros; com o representante do Bancon Interamecano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Hugo Flores, e com o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser.

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