Política Nacional

Wellington Dias assiste julgamento ao lado de Lula em São Paulo

Lula está na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo
Fonte: Agência Brasil | Editor: Paulo Pincel 04/04/2018 17:23
Lula na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em São Paulo Lula na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em São PauloFoto: Reprodução

O governador do Piauí, Wellington Dias esstá ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acompanha o julgamento de seu pedido de habeas corpus preventivo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, São Paulo.

Lula chegou ao local por volta das 11h30 e assiste ao julgamento em companhia da ex-presidenta Dilma Rousseff, do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, e dos governadores de Minas Gerais Fernando Pimentel, do Acre, Tião Viana, e do Piauí, Wellington Dias.

Também estão presentes o presidente estadual do PT, Luiz Marinho, p presidente da Central Única dos Trabalhadores em São Paulo (CUT-SP), o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, e os ex-ministros Miguel Rosseto e Paulo Vanucchi.

Em outro ambiente, também na sede do sindicato, em um telão, apoiadores do ex-presidente acompanham a sessão em que o Supremo julga o habeas corpus em que a defesa de Lula tenta impedir a prisão dele após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça Federal.

Atentas, as pessoas acompanham a fala dos ministros. Quando Gilmar Mendes empatou o placar, votando a favor do pedido do ex-presidente – o relator, Edson Fachin, tinha negado o recurso de Lula –. as pessoas aplaudiram e gritaram: "Lula presente, eterno presidente".

No local, há ainda representantes de diversos outros grupos e categorias profissionais, como petroleiros, metalúrgicos e professores, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e Levante Popular da Juventude.

O ex-presidente foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão. A condenação foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que aumentou a pena para 12 anos e um mês na ação penal do triplex do Guarujá (SP), na Operação Lava Jato.

Militantes assistem ao julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC de São Paulo
Militantes na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC de São Paulo [Foto: Marcos Alves / Agência O Globo]

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