Política

Vereador R. Silva e militares discutem com vice-governadora reajuste salarial da categoria

Durante o encontro, Margarete afirmou que o governador Wellington Dias (PT) vai criar uma comissão para estudar propostas.
Fonte: Icone Comunicação | Editor: Da Redação 26/02/2018 17:47
Audiência no Karnak Audiência no KarnakFoto: Icone

Nesta segunda-feira (26), o vereador R. Silva (Progressistas) e representantes dos Policiais Militares e Bombeiros estiveram reunidos no Palácio de Karnak com a vice-governadora, Margarete Coelho (Progressistas), para discutir sobre as reivindicações de reajustes salariais. Durante o encontro, Margarete afirmou que o governador Wellington Dias (PT) vai criar uma comissão para estudar propostas.

As categorias pedem um reajuste de até 15% como forma de recompor as perdas salariais. O vereador conta que a expectativa é que, após retornar de viagem, o governador Wellington Dias apresente uma proposta do Estado sobre as reivindicações. “A vice-governadora, juntamente com o chefe do gabinete militar, Coronel Marques, se comprometeram em levar as nossas propostas e reivindicações ao governador, para saber qual será a sua contraproposta sobre a nossa pauta”, explica R. Silva.

O Presidente da Associação de Oficiais, Coronel Carlos Pinho, comenta que o desejo da categoria era que, diante da elevação da arrecadação do Estado, o reajuste fosse realizado. “Nós militares nos sentimos desvalorizados dentro do processo de vencimento que o Estado confere na pasta de Segurança Pública, pois seguimos em um regime de hierarquia, mas não há uma hierarquia salarial. Nós queremos ser tratados da mesma forma que o Estado trata as outras categorias”, afirma o Coronel.

A vice-governadora, Margarete Coelho, reconheceu a situação ruim pela qual as categorias passam e reforçou que o governador vai criar uma comissão para estudar algumas propostas, oferecendo resultados de como viabilizar as melhorias. “Com o governador chegando de viagem, essa comissão apresentará essas possibilidades e vamos sentar com os representantes para conversar. Vamos ver o resultado desse estudo que ele pediu, para que tudo seja feito dentro da Lei da Responsabilidade Fiscal, de acordo com o Tribunal de Contas e dentro do limite da capacidade financeira do Estado para se ter saídas para a situação atual”, finaliza.

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