Saúde

Teresina é a terceira capital do país que menos consome doce

Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (07) mostrou que um a cada cinco br
Fonte: G1 PI 08/04/2016 17:17 - Atualizado em 13/10/2016 19:19
Teresinense é um dos que menos come doce no Brasil. Teresinense é um dos que menos come doce no Brasil.Foto: Amanda Monteiro
Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (07) mostrou que um a cada cinco brasileiros consomem doces em excesso. Entre os jovens, de 18 a 24 anos, o índice é ainda maior, próximo de 30%.

Em Teresina, os dados apontam que 13,7% dos adultos consomem doce e que a capital é a terceira do país com menor índice de pessoas com consumo regular de doces. Além disso, Teresina vem em quinto lugar na prevalência de consumo regular de refrigerante e sucos artificiais, 11,6% costumam ter esse tipo de produtos na mesa.
Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), lançados no Dia Mundial da Saúde. O estudo tem como finalidade monitorar os fatores de risco para doenças crônicas, responsável por 72% das mortes no país.

A pesquisa também revela que o diabetes foi uma das doenças crônicas que mais avançou no país e que a doença é mais frequente nas mulheres (7,8%) que nos homens (6,9%). Segundo o ministro da saúde, Marcelo Castro, o avanço da doença se deve ao processo de envelhecimento da população e mudança nos hábitos alimentares. Porém, o governo está promovendo hábitos saudáveis, além de oferecer assistência médica para os pacientes.

“O crescimento do diabetes é uma tendência mundial, devido ao processo de envelhecimento da população, sendo diretamente ligado as mudanças dos hábitos alimentares e à prática de atividade física. A obesidade é um dos principais fatores de risco e precisamos conscientizar e educar cada vez mais nossas crianças e jovens para o cuidado precoce da saúde, evitando o adoecimento”, explicou.
Apesar do avanço do diabetes no país, o número de internações devido a complicações da doença reduziu 11,5% nos últimos cinco anos. A mortalidade prematura de pessoas com menos de 70 anos, também caiu entre os anos de 2000 e 2013.

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