Geral

Técnicos analisam a contaminação do rio Poti por metais

A mineração Globest, de Quiterianópolis, seria a responsável pelo desastre ambiental
Fonte: UFCE/ALECE | Editor: Paulo Pincel 27/03/2019 07:36
Rio Poti Rio PotiFoto: Reprodução/google

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente, a Defesa Civil, Uespi e outros órgãos do Estado vão se reunir para avaliar a denúncia da Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial (NUTEC) da Universidade Federal do Ceará sobre a possibilidade de contaminação por metais da água do rio Poti e do açude Flor do Campo, no Ceará. A denúncia é que os mananciais estariam poluídos pelos rejeitos da empresa de mineração Globest, em Quiterianópolis, cidade situada na região dos inhamuns. a 410 km da capital, Fortaleza.

O deputado estadual Acrísio Sena (PT), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, articulou a iniciativa juntamente com o secretário do Meio Ambiente do Ceará, Artur Bruno.

O presidente do NUTEC, Francisco Magalhães, comprometeu-se a realizar atarefa emergencial de fazer um diagnóstico da qualidade das águas na região de Quiterianópolis, onde houve o crime ambiental. “Já entramos em campo planejando a viagem de uma equipe técnica ao local em caráter de urgência”, informou Bruno.

Após os resultados, a Assembleia deve realizar audiência pública naquela cidade. “Com os laudos em mão, vamos cobrar da empresa ações de recuperação da água, do solo e sobre possíveis danos à saúde da população”, adiantou Acrísio.

Piauí

A Coissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa também vai acompanhar a análise da água do rio Poti pelos técnicos dos órgãos ligados à questão ambiental para adoção de medidas que possam resguardar a população do Piauí da contaminação por metais e cobrar da Justiça a punição dos responsáveis pela poluição das águas.

Comentários