Política

MPE: suspeita contra urnas é "prática suicida"

Patrício Noé condenou as denúncias inverídicas, fake news sobre fraudes nas urnas
Fonte: TRE-PI | Editor: Paulo Pincel 08/10/2018 12:30
O procurador regional eleitoral, Patrício Noé Fonseca O procurador regional eleitoral, Patrício Noé FonsecaFoto: MPPI

Depois de acompanhar de perto todo o processo eleitoral do domingo, quando mais de 1 milhão 730 mil eleitores foram as urnas no Piauí, o procurador regional eleitoral Patrício Noé da Fonseca condenou as denúncias inverídicas e fake news sobre fraude durante a votação e os questionamentos de candidatos sobre a segurança na urna eletrônica.

"É uma maliciosa desinformação e criminosa propagação de falsas notícias. Quando se fala em fraude na urna, se ataca a Justiça Eleitoral, o Estado e a própria democracia. Está dizendo que a Justiça Eleitoral é fraudulenta. Se acusa a Justiça de ser corrupta e viciada. Não se pode acusar a Justiça de fraude como se faz um fuxico de alguém. É uma coisa muito seria", advertiu o procurador, depois de participar da sessão do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral, que oficializou o resultado do 1º turno das eleições no Piauí.

Na mesma sessão, o presidente (em exercício) do TRE-PI, desembargador Sebastião Ribeiro Martins, proclamou o resultado das urnas, relacionando os eleitos e os suplentes para cargos majoritários e proporcionais.

O procurador condenou as fakes news, acrescentando que o povo precisa entender que a livre manifestação de pensamento não justifica a divulgação de notícias falsas. “Nunca um acusador conseguiu provar uma fraude na urna. Pelo contrário, eles foram eleitos, então são cúmplices do crime. Um cidadão inteligente sabe que são acusações suicidas porque elas mesmos se eliminam", avaliou Patrício Noé da Fonseca

O procurador eleitoral comentou especificamente a acusação do candidato Dr. Pessoa, dwe que sua foto não teria aparecido na urna, no momento do voto. "Como diz uma personagem de programa de humor é preciso esperar para molhar o bico. Antes de confirmar tem que esperar que a foto do candidato apareça. Tem que ter paciência. Não se pode é quebrar o sigilo da urna e fazer um carnaval com acusações de irregularidades".

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