Política

Suplente nega influência da PMT em ação contra a Câmara

Sérgio Bandeira reclama a participação do PSL na Mesa Diretora da Casa
Fonte: PSL | Editor: Paulo Pincel 07/02/2018 14:50
Sérgio Bandeira abraça Firmino Filho Sérgio Bandeira abraça Firmino FilhoFoto: Sérgio Bandeira/Facebook

O suplente de vereador pelo PSL, Sérgio Bandeira, jura de pés juntos que nem o prefeito Firmino Filho (PSDB) nem qualquer outra pessoa da prefeitura tenha influenciado na decisão dele de acionar a Justiça para anular a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Teresina.

Segundo Bandeira, Firmino é do PSDB e ele, do PSL. “A Câmara de Vereadores de Teresina cria leis todos os dias, quer obrigar o povo de Teresina a cumprir essas leis. Então a Câmara tem que fazer o seu dever de casa e cumprir o regimento interno, que é a Lei Orgânica, que eles não cumpriram quando fizeram uma eleição ilegal. Não cumpriram na questão da proporcionalidade e nem com respeito à representação das mulheres na Mesa [Diretora] da Casa", reclama o suplente.

Bandeira garante que é apenas para reclamar a participação na Mesa Diretora que o seu partido ingressou com o Mandado de Segurança. "O PSL se sentiu prejudicado. Na atual legislatura, temos dois vereadores, um deles é vice-presidente. O pessoal botou na mesa diretora outros partidos e não botou o PSL. Foi por isso que entramos com a ação”, argumenta Sérgio Bandeira.

Segundo o suplente, a Câmara fez uma eleição e os vereadores votaram. “Um partido que se sentiu prejudicado ingressou com a ação. O juiz João Gabriel, da 2ª Vara [dos Feitos da Fazenda Pública] é quem vai julgar isso. A gente está fazendo a nossa parte. Eu quero que a Câmara cumpra a lei e dê o espaço do PSL na Mesa Diretora”, defende o ex-assessor de Firmino Filho.

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