Educação

Seduc realiza formações do Projeto Viva o Semiárido

A meta é formar 1.500 professores de 100 escolas, localizadas em cinco territórios do Piauí.
Fonte: Portal do Governo do Piauí | Editor: Da redação 13/09/2017 13:16
Seduc-pi Seduc-piFoto: Divulgação

Professores dos municípios de Elesbão Veloso, Francinópolis, Simões, Conceição do Canindé e Anísio de Abreu participam, nesta semana, de formação do Projeto Viva o Semiárido (PVSA). Serão 120 horas de aula voltadas para discussão teórica, elaboração de projeto e experiência prática. O PVSA tem como objetivo reduzir a pobreza, aumentar a produção e melhorar o padrão de vida das populações com maior carência social e econômica no meio rural do Semiárido piauiense, por meio do incremento das atividades produtivas predominantes, da geração de renda e do fortalecimento organizacional das famílias rurais.

A educação contextualizada no Semiárido é uma proposta focada no contexto local, em que a escola trabalhará o conhecimento a partir da realidade, valorizando e respeitando as peculiaridades da vida do campo e da região do Semiárido, nos seus aspectos naturais, culturais e ambientais e, especialmente, nos saberes construídos no dia a dia dos sujeitos.

O projeto possui três componentes e um deles é o de desenvolvimento social e humano, que abrange empreendedorismo e educação. A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) é a co-executora de parte das ações do projeto, no subcomponente Educação Contextualizada para convivência com o Semiárido.

A meta é formar 1.500 professores de 100 escolas, localizadas em cinco territórios do Piauí: Vale do Sambito, Vale do Rio Guaribas, Vale do Rio Canindé, Serra da Capivara e Vale do Rio Itaim.

De acordo com Míriã Medeiros, coordenadora de Educação no Campo da Seduc, outros dezenove municípios já foram beneficiados com essa formação.

Segundo a coordenadora, essa é a primeira vez que a ação visa, de fato, mexer com a estrutura pedagógica da escola. Os consultores estão reestruturando os projetos político-pedagógicos e implementando projetos produtivos nas escolas. "São exercícios pequenos de práticas produtivas de horta, quintais produtivos e sistemas integrados. Quando o espaço da escola e a condição de água forem maiores, por exemplo, o tipo de exercício também é maior. Queremos fazer o diálogo entre a natureza da vida e do campo; como a cultura do campo é, como se produz e se vive no campo e que a escola passe a dialogar com isso", finaliza Míriã Medeiros.

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