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Roda de conversa debate a prevenção ao suicídio

O bate-papo será com a professora de sociologia e candidata a Deputada federal Fabíola Lemos
Fonte: redacao@piauihoje.com | Editor: Alinny Maria 10/09/2018 12:48
Fabíola Lemos Fabíola LemosFoto: Divulgação

O suicídio é um problema de saúde pública e mata um brasileiro a cada 45 minutos e no Piauí a situação é alarmante, pois o Estado tem a maior taxa de mortalidade por suicídio do Brasil, 57% maior que a nacional.

O assunto ainda é tratado como tabu. Numa rotina cada vez mais pesada, o problema afeta principalmente a juventude, obrigada a lidar com pressões psicológicas de diversos tipos.

O dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. A data foi determinada em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de prevenir o ato do suicídio, incentivando os países a criarem políticas públicas sobre a temática. Segundo dados divulgados em 2016 pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo.

Fabíola Lemos, professora de sociologia e candidata a Deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem em suas propostas uma ala específica para trabalhar ações e estimular a luta por políticas públicas relacionadas à saúde mental. É recomendada por Antonia Pellegrino, roteirista e colunista da Folha de São Paulo, na série #PraVotarNelas que mapeia candidaturas feministas que defendem os direitos humanos e a participação da mulher na política, destacando dentre suas propostas as que se referem ao suicídio.

Nesta terça-feira (11), a partir das 17h, a candidata realiza no Parque da Cidadania uma roda de conversa sobre alternativas de prevenção ao ato do suicídio. "A intenção do bate papo é criar um ambiente agradável para conversar sobre aflições, falar da vida, de angústias e dores, falar da gente, do que carregamos e não externamos. Mostrar que podemos ajudar uns aos outros, que não estamos sós", afirma Fabiola Lemos.

"Como professora de sociologia acredito que a educação pode e deve cumprir um papel essencial na prevenção ao suicídio com conhecimentos que gerem engajamento social e estimulem vivências coletividade para que os sujeitos vivem melhores", explica Fabíola.

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