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Piauíenses são considerados os mais imprudentes no trânsito no país

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Fonte: agencias 14/06/2015 10:01 - Atualizado em 20/11/2016 03:34
Acidentes AcidentesFoto: tvcanal13
Informações da Pesquisa Nacional de Saúde 2013, elaborada pelo IBGE, que considera apenas maiores de 18 anos, revela que os motoristas piauienses são considerados os mais imprudentes no trânssito no país. Enquanto em São Paulo 93% usam cinto no banco da frente, no Piauí apenas 47% se lembram desse detalhe.

Os acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte no Brasil. Mesmo assim, tem muita gente que anda de carro sem cinto de segurança, ou pior, pilota uma moto sem usar capacete.

Os dados da pesquisa mostram como os brasileiros de cada estado cuidam de sua própria segurança no trânsito. No país, 79,4% das pessoas usam cinto de segurança no banco da frente. Porém, quando estão no banco de trás, os brasileiros ficam bem menos cuidadosos: apenas 50,2% usam cinto.

O ranking está organizado a partir dos dados de uso de cinto de segurança, começando pelos que menos usam. Estão disponíveis também informações sobre uso de capacete e acidentes de trânsito.

1º no Ranking - Piauí
Pessoas que sempre usam cinto de segurança no banco da frente (%) 47,2
Pessoas que sempre usam cinto de segurança no banco de trás (%) 23,7
Pessoas que sempre usam capacete quando dirigem moto (%) 58,2
Pessoas que sempre usam capacete como passageiros em moto (%) 50,5
Pessoas que se envolveram em acidente de trânsito e tiveram lesões nos 12 meses anteriores à pesquisa (%) 5,7
Pessoas que se envolveram em acidente de trânsito nos 12 meses anteriores à pesquisa e ficaram com sequelas (%)

2º no Ranking - Maranhão
Pessoas que sempre usam cinto de segurança no banco da frente (%) 52,5
Pessoas que sempre usam cinto de segurança no banco de trás (%) 26,4
Pessoas que sempre usam capacete quando dirigem moto (%) 66,0
Pessoas que sempre usam capacete como passageiros em moto (%) 48,9
Pessoas que se envolveram em acidente de trânsito e tiveram lesões nos 12 meses anteriores à pesquisa (%) 4,1
Pessoas que se envolveram em acidente de trânsito nos 12 meses anteriores à pesquisa e ficaram com sequelas (%)

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