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MP-PI  realiza atividades com  homens envolvidos em situação de violência

. Nesta quinta (31), foi realizado o 5º módulo, com o tema “Reeducar
Fonte: ascom MP-PI | Editor: Redação 31/01/2017 17:04
Projeto reeducar Projeto reeducarFoto: Ascom MP-PI

A 10ª Promotoria de Justiça, órgão de execução do Núcleo de Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID), do O Ministério Público do Piauí, inicia seus trabalhos com a continuação do projeto “Reeducar”.

A capacitação será desenvolvido em nove módulos mensais. Nesta quinta (31), foi realizado o 5º módulo, com o tema “Reeducar: o homem no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher”. A ação tem como objetivo reeducar o homem a fim de evitar reincidência no crime.

Nesse evento foram debatidos os temas: “Habilidades sociais: Empatia, assertividade e situações de estresse”, com mediação das psicólogas Liandra Nogueira, do Ministério Público do Piauí, e Kellen Vieira, do Centro de Referência Esperança Garcia.

A psicóloga Liandra Nogueira reforça a importância das habilidades sociais no ambiente familiar.

Comenta ainda que “O objetivo de um relacionamento conjugal, além de trazer amor e harmonia, é minimizar os conflitos diários. Então, para minimizá-los e resolvê-los, a raiva vai ser sempre um impeditivo, nunca uma boa opção. Sendo assim, o controle da raiva precisa ser feito a partir da tentativa de solucionar um problema, entender o que é seu e o que é do outro e não gerar muitas expectativas irrealistas sobre o parceiro”

Para a promotora titular da 10ª Promotoria de Justiça, Amparo Paz, a eficiência da abordagem realizada ao longo dos cinco meses tem sido comprovada através da grande repercussão.

A promotora Amparo, comenta “Nós estamos constantemente avaliando o progresso dos participantes, dentro do planejamento do projeto. Nesse sentido, já tivemos excelentes respostas, tanto dos homens que participam, quanto da sociedade. É muito gratificante para nós sabermos que esse trabalho está servindo de referência para muitos outros que atuam no enfrentamento à violência contra a mulher”, conclui Amparo Paz.

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