Polícia

Mentor de estupro coletivo em Castelo será julgado hoje

Adão José Silva Sousa vai enfrentar o Tribunal do Júri nesta terça-feira (27)
Fonte: TJ-PI | Editor: Paulo Pincel 27/02/2018 09:52
Adão, acusado do estupro coletivo em Castelo do Piauí Adão, acusado do estupro coletivo em Castelo do PiauíFoto: Divulgação

Atualizada às 11h

Teve início na manhã desta terça-feira (27), o julgamento de Adão José Silva Sousa, acusado de ser o mentor do estupro coletivo em Castelo do Piauí em 2015.

O juíz Leonardo Brasileiro preside a sessão que é fechada ao público.O promotor Cesário Cavalcante é responsável pela acusação. Os defensores Darci Filho e Leandro Ferraz auxiliam o réu. Trinta pessoas foram selecionadas e sete serão indicados para compor o corpo de jurados.

Adão está sendo julgado pelo Tribunal Popular do Júri. Ele é acusado de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, estupro e corrupção de menores.

Devido ao julgamento, o trecho da avenida Antonino Freire entre as ruas Hermelino Cardoso e Siqueira Campos, está interditado. Adão chegou a Castelo por volta das 7h30 em uma guarnição composta por policiais militares da Força Tática.

Trecho interditado por causa do julgamento de Adão

Matéria original

O réu Adão José Silva Sousa, acusado de ser o mentor do estupro coletivo de quatro adolescentes, em Castelo do Piauí, em 2015, será julgado pelo Tribunal Popular do Júri, no Fórum de Castelo, na manhã desta terça-feira (27). O julgamento está marcado para começar às 9 horas e um forte esquema de segurança foi montado na cidade. Adão está preso na Penitenciária de Altos.

O juiz Leonardo Brasileiro vai presidir o julgamento, com o promotor de Justiça Cesário Cavalcante atuando na acusação. Adão José terá um defensor público atuando na defesa.

Na manhã do dia 27 de maio de 2015, quatro adolescentes foram ao morro do Garrote, na zona rural de Castelo do Piauí, para tirar fotografias para um trabalho escolar. Adão José de Sousa, de 40 anos, e mais quatro menores, atacaram as jovens, que foram amarradas, espancadas e estupradas. Depois de violentadas, as adolescentes foram jogaram de alto do morro, que tem mais de 10 metros de altura.

As vítimas foram internadas no Hospital de Urgência de Teresina, mas uma delas, Danielly, faleceu no dia 7 de junho.

Os adolescentes foram condenados à pena máxima prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente: três anos de internação no CEM (Centro Educacional Masculino). Um dos menores, Gleisson Vieira da Silva, foi morto pelos outros acusados de estupro de dentro de uma das celas do CEM.

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