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Interpol: Viúva Negra é presa após ficar foragida por 22 anos

Lúcia de Fátima Dutra Weisz, conhecida como ‘Viúva Negra’ estava foragida da Justiça há quase 22 anos.
Fonte: Paraná Portal | Editor: Redação 06/10/2017 10:54
Viúva Negra Viúva NegraFoto: www.diariodoscampos.com.br

A mulher que passou mais tempo foragida no País, foi presa ontem (5), em Ponta Grossa. Lúcia de Fátima Dutra Weisz, conhecida como ‘Viúva Negra’ estava foragida da Justiça há quase 22 anos.

A prisão foi feita durante uma operação conjunta entre as Polícias Civis do Paraná e de São Paulo, realizada após três meses de investigação sobre o paradeiro da mulher de 61 anos, acusada de mandar assassinar o marido em março de 1995, com a ajuda da empregada doméstica.

Em dezembro de 1995, a “Viúva Negra” foi resgatada da Cadeia Pública de Sumaré, em São Paulo, e estava foragida desde então. Em 22 de abril de 2010, ela foi condenada a 14 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado.

Lúcia morava em uma casa própria em Ponta Grossa e estava na cidade há cerca de um ano. Ela não trabalhava e se mantinha com uma pensão que conseguiu por decisão judicial. A acusada inclusive constava na lista da Interpol, pois o marido tinha dupla nacionalidade, e é considerada a mulher que ficou mais tempo foragida da justiça no Brasil. Lucia já foi encaminhada para Campinas, em São Paulo, onde vai cumprir a pena.

A prisão ocorreu no Bairro Nova Rússia, em Ponta Grossa. Em 12 de março de 1995, na cidade de Americana – SP, Lúcia, então com 39 anos, mandou assassinar seu marido, o diretor de banco Gavril Weisz. Para isso, contou com a ajuda de sua empregada doméstica à época, Valdelaine Pereira.

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