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Fida irá liberar R$16 milhões para projetos do Viva o Semiárido

Para o governador, o Fida é um importante parceiro do estado
Fonte: Governo do Piauí | Editor: Redação 20/11/2017 10:58
Reunião com o Fida Reunião com o FidaFoto: Surpi

O governador Wellington Dias reuniu-se, no domingo (19) em Brasília, com o presidente do Fundo Internacional Agrícola (Fida), Gilbert Houngbo. O encontro teve como objetivo discutir o prosseguimento de projetos do Viva o Semiárido, programa que visa reduzir a pobreza, aumentar a produção e melhorar o padrão de vida da população no meio rural do Semiárido Piauiense.

Durante a reunião, ficou acordada a liberação de R$16,4 milhões para prosseguir com as atividades produtivas predominantes da geração de renda e do fortalecimento organizacional das famílias rurais. "Destaco ainda a autorização do presidente do Fida para um projeto maior voltado para a área de pequenos barramentos, que objetiva a produção de alimentos e um pacto de contenção dos efeitos das mudanças climáticas", explicou Wellington Dias.

Parte dos recursos que serão aplicados no projeto serão advindos de empréstimo e outra não reembolsáveis. "A ideia é trabalhar em vários rios do Semiárido e em pequenas barragens, acumulando água para repor do subsolo e para a recuperação da mata ciliar, mas principalmente para a produção na margem dos nossos rios, com segurança hídrica. No período chuvoso essas barragens estarão cheias e no inverno vamos vê-las se recompondo, garantindo a presença de grandes áreas úmidas na região do Semiárido do Piauí", acrescentou o governador.

Para o governador, o Fida é um importante parceiro do estado. "Por meio do Viva o Semiárido temos obtido resultados positivos nos projetos para os pequenos empreendedores. O programa trabalha estimulando cadeias produtivas que convivem bem com a seca, como a apicultura, caprino, ovino, pescado, artesanato. Também tem trabalhado fortemente a qualificação para a gestão e educação contextualizada para a convivência no Semiárido. Nós apostamos naquelas famílias com baixa renda e comunidades que atuam com a juventude, mulheres, afrodescendentes e quilombolas", finalizou Wellington Dias.

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