Cultura

Festival de Inverno reúne 11 mil pessoas na 1ª noite

Fonte: Da Redação | Editor: Da Redação 16/06/2017 13:06
Alceu Valença em Pedro II Alceu Valença em Pedro IIFoto: Divulgação

A 14ª edição do Festival de Inverno de Pedro II foi aberta nesta quinta-feira (15) e reuniu cerca de 11 mil pessoas. O cantor norte-americano Donny Nichillo se apresentou no palco Opala e cantou seus grandes sucessos do jazz e blues.

Em seguida Alceu Valença contagiou a multidão presente com sucessos como Morena Tropicana, Anunciação e La Belle Du Jour. Myrian Eduardo encerrou a noite com grandes sucessos da MPB. Na noite desta sexta (16) quem sobe no palco é o Gustavo Andrade Blues Band, seguido por Roberta Campos e Erasmo Carlos, que fecha a segunda noite do festival.

Escola de Jazz é inaugurada na cidade de Pedro II

A cidade que tem tradição no artesanato e grande potencial na área do turismo também realiza, há 14 anos, um dos maiores festivais do Estado, o Festival de Inverno de Pedro II. Com o intuito de influenciar os artistas locais e revelar novos talentos, foi inaugurada a Escola de Jazz, que irá funcionar dentro do Memorial Tertuliano Brandão Filho, o local também ganhou modernização e nova cenografia.

Inauguração da Escola de Jazz em Pedro II

O Memorial, que é uma das casas que pertence à Secretaria Estadual de Cultura, passou por modernização e melhorias em toda a estrutura para poder abrigar as aulas de jazz e blues. Foram adquiridos inicialmente duas guitarras, um baixo, duas baterias, um saxofone e três caixas amplificadoras. Os professores da Escola de Música Possidônio Queiroz iniciarão as aulas, que acontecerão semanalmente.

“Esse memorial não estava sendo aproveitado, o que nós fizemos foi um espaço multiuso, que vai funcionar aulas de teatro e a nossa escola de jazz, isso vai ajudar a lapidar os grandes artistas dessa cidade”, afirma o secretário estadual de Cultural, Fábio Novo.

O Memorial Tertuliano Brandão Filho ganhou nova ambientação com mobiliário de época e inserindo principalmente a arte local. Além da adequação para as aulas de jazz, o espaço ganhou peças da artesã Maria do Pote, do povoado formiga, e telas do pintor Batista, que vende e expõe suas obras dentro e fora do Brasil. “Nós partimos da ideia de juntar o mobiliário de época e inserir a identidade local e cultural dessa terra, que são representados por esses dois artistas”, conta o cenógrafo Igor Carvalho, responsável pela nova ambientação do memorial.

O espaço ainda possui um palco e tem um café bar que vai receber o projeto Boca da Noite uma vez por mês.

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