Polícia

Delegado-geral considera brutal e covarde a morte de Camila

"Poderia ter sido uma filha nossa, um parente nosso", lamentou Riedel Batista
Fonte: Paulo Pincel | Editor: Alliny Maria 31/10/2017 19:32
O capitão deixa o carro às pressas e entra na Delegacia de Homicídios O capitão deixa o carro às pressas e entra na Delegacia de HomicídiosFoto: Paulo Pincel

O delegado-geral de Polícia Civil, Riedel Batista, elogiou o trabalho “brilhante” das equipes da Delegacia de Homicídios, que trabalharam na elucidação do homicídio e da ocultação do corpo da estudante de Direito, Camila Pereira de Abreu, de 21 anos, morta na madrugada de quinta-feira (25), pelo namorado, oi capitão-PM Allisson Wattson da Silva Nascimento.

“Os delegados Emerson e Barêtta, os policiais que participaram dessa investigação esão de parabéns. Foi um trabalho brilhante, de excelência. Toda a estrutura dada à Delegacia de Homicídio é pouca”.

Camila foi morta com um tiro de pistola .40 no rosto, dentro do Corolla do capitão, ainda nas proximidades do Restaurante Frango de Ouro, na BR-343, na saída de Teresina para Altos.

“Esse assassinato brutal, covarde, de uma pessoa que não teve a menor chance de defesa precisava ser eluciado. Poderia ter sido uma filha nossa, um parente nosso”, lamentou o delegado-geral, afirmando que a localização do corpo da vítima era um alento para a família.

Riedel chegou à delegacia por volta das 18h e acompanhou o depoimento do acusado.

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