Polícia

Criança envenenada com bala está internada na UPA do Renascença

Há suspeita de que o menino de 11 anos tenha sido vítima do jogo “Baleia Azul”
Fonte: Redação | Editor: Paulo Pincel 20/04/2017 14:00
Unidade de Pronto Atendimento do Renascença, em Teresina Unidade de Pronto Atendimento do Renascença, em TeresinaFoto: PMT

Está internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Renascença, bairro da zona Sul de Teresina, um menino de 11 anos com suspeita de envenenamento provocado por uma bala (bombom), que criança ganhou de um desconhecido. Há suspeita de que o menino tenha sido vítima do jogo “Baleia Azul”, que inclui entre os “desafios” impostos a seus membros envenenar 30 crianças com balas e doces.

O menino voltou a passar mal na manhã desta quinta-feira (20), durante audiência no Conselho Tutelar, na zona Leste de Teresina. Uma ambulância do SAMU levou a criança para a UPA do Renascença, onde ele permanece em observação.

"A criança desabou ao levantar e tivemos que chamar o Samu. O menino dorme o tempo todo”, relatou Djan Moreira, conselheiro tutelar., que pediu que a família realizasse exames na criança, inclusive toxicológico. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) foi acionada e vai investigar o caso.

“Ele chegou à escola segurando nas paredes e caindo. A professora o colocou numa cadeira e ele não conseguia ficar sentado e caia. Vimos que o quadro era preocupante e então levamos o garoto até a sua residência e pedimos que a mãe o levasse ao hospital”, revelou a professora Elna Nayara Cordeiro, que percebeu o problema lgo que o menino chegou á escola, na terça-feira (18), por volta as 7h.

Uma funcionária da UPA relatou que no começo desta semana, uma mulher também deu entrada com sintomas parecidos com o do menino que foi internado na terça-feira (18), reclamando de sonolência, mal estar.

Coletiva

A delegada Luana Alves, da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente, concedeu entrevista nesta quinta (20) para esclarecer o suposto envenenamento da criança em Teresina.

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