Municípios

Coordenadoria da Mulher leva ações de enfrentamento à violência a seis municípios

Em unidades móveis serão realizados atendimentos psicológico, social e jurídico.
Fonte: Governo do Estado | Editor: Redação 30/05/2017 08:41
Unidades Móveis de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência do Campo e da Floresta Unidades Móveis de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência do Campo e da FlorestaFoto: Ascom

As Unidades Móveis de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência do Campo e da Floresta estarão nos municípios de Queimada Nova, Acauã, Paulistana, Milton Brandão, Pedro II e Piripiri, de 31 de maio a 2 de junho. As ações serão realizadas pela Coordenadoria de Estado de Políticas para as Mulheres (CEPM-PI).

Os ônibus adaptados fazem parte do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra Mulheres e constituem uma das ações do Programa “Mulher, Viver sem Violência”, do governo brasileiro. Neles são oferecidos serviços de assistência jurídica, psicológica e social.

De acordo com a diretora de Articulação Interinstitucional e Ações Temáticas da CEPM-PI, Josefa Lima, além das palestras e rodas de diálogo sobre os diversos tipos de violência, as equipes se reunirão com a Rede de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência e serão aplicados questionários para que possa ser feito uma análise dos índices e tipos de agressões sofridas pelas mulheres de cada município.

“Faremos a capacitação da rede de atendimento às mulheres para que possamos firmar parcerias em ações de combate à violência, bem como de serviços que devem ser oferecidos às vítimas. E os questionários nos darão uma visão a respeito dos tipos de agressões que mais ocorrem em cada uma das cidades para que atuemos no enfrentamento dessas”, destacou Josefa Lima.

O Centro de Referência Para as Mulheres Vítimas de Violência “Francisca Trindade” (CRM) também participará das ações desenvolvendo atividades voltadas para os adolescentes, por meio do “Quem Ama Abraça fazendo Escola”, campanha educativa sobre violência doméstica, de iniciativa da Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh).

O tema é debatido nas unidades escolares devido ao impacto da violência doméstica e familiar, sobretudo a exercida contra a mulher, no desenvolvimento das crianças, a qual prejudica o rendimento escolar desses alunos e alunas que podem sofrer sequelas físicas e psicológicas. A campanha traz a discussão a respeito da reprodução e promoção da cultura da violência e sobre o empoderamento da mulher.

Comentários