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Cesta básica sobe 3,90% em Teresina e tem a maior alta do país em março

No mês de março de 2017, houve elevação do valor médio do tomate (32,54%), banana   (9,54%), manteiga (2,52%), farinha de mandioca (1,29%)
Fonte: DIEESE | Editor: Redação 06/04/2017 15:52
Cesta Básica Cesta BásicaFoto: diariodegoias.com.br

Em março de 2017, o custo da cesta de alimentos básicos de Teresina foi de R$ 391,15, uma variação de 3,90% em relação a fevereiro, representando a maior variação entre as 27 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Em 12 meses, a variação foi de 1,39% e nos três primeiros meses de 2017, de 3,22%.

No mês de março de 2017, houve elevação do valor médio do tomate (32,54%), banana (9,54%), manteiga (2,52%), farinha de mandioca (1,29%), café em pó (0,95%) e da carne bovina de primeira (0,09%). Os demais produtos tiveram retração no preço médio: feijão carioca (-11,82%), açúcar cristal (-1,92%), arroz branco agulhinha (-1,50%), leite integral (-1,13%), óleo de soja (-0,89%) e pão francês (-0,21%).

Nos últimos 12 meses, 9 produtos tiveram alta acumulada de preços: manteiga (53,08%), café em pó (33,40%), farinha de mandioca (17,35%), leite integral (16,18%), arroz agulhinha (13,41%), óleo de soja (8,25%), açúcar cristal (6,99%), pão francês (2,58%) e a carne bovina de primeira (0,23%). Os demais tiveram retração: feijão carioca (-16,13%), tomate (-14,78%) e a banana (-7,09%).

O trabalhador teresinense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou cumprir jornada de trabalho, em março, de 91 horas e 50 minutos, maior que o tempo necessário em fevereiro, de 88 horas e 23 minutos. Em março de 2016, a jornada ficou em 96 horas e 27 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após os descontos previdenciários, verifica-se que o trabalhador teresinense, remunerado pelo piso nacional, comprometeu, em março de 2017, 45,37% dos vencimentos com a cesta. Em fevereiro, o percentual exigido era de 43,67%. Já em março de 2016, o comprometimento foi de 47,65% do salário mínimo líquido.

TABELA 1

Variação mensal

Teresina – Fevereiro/2017

Produtos

Quantidades

Gasto

Variação mensal (%)

Tempo de trabalho

Março 2017

Fevereiro 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Carne

4,5 kg

101,39

101,30

0,09

23h49m

23h47m

Leite

6 l

26,28

26,58

-1,13

6h10m

6h14m

Feijão

4,5 kg

22,46

25,47

-11,82

5h16m

5h59m

Arroz

3,6 kg

11,84

12,02

-1,50

2h47m

2h49m

Farinha

3 kg

18,87

18,63

1,29

4h26m

4h22m

Tomate

12 kg

53,28

40,20

32,54

12h31m

9h26m

Pão

6 kg

57,30

57,42

-0,21

13h27m

13h29m

Café

300 g

6,39

6,33

0,95

1h30m

1h29m

Banana

7,5 dz

49,13

44,85

9,54

11h32m

10h32m

Açúcar

3 kg

9,18

9,36

-1,92

2h10m

2h12m

Óleo

900 ml

4,46

4,50

-0,89

1h03m

1h04m

Manteiga

750 g

30,57

29,82

2,52

7h11m

7h00m

Total

391,15

376,48

3,90

91h50m

88h23m

Fonte: DIEESE. PNCB

Cesta básica nacional x salário mínimo

Em março de 2017, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 90 horas e 33 minutos, maior que o de fevereiro, 89 horas e 33 minutos. Em março de 2016, o tempo era de 96 horas e 24 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em março, 44,74% do salário mínimo para adquirir os mesmos produtos que, em fevereiro, demandavam 44,25%. Em março de 2016, o percentual foi de 47,63%.

Salário Mínimo Necessário

Com base na cesta mais cara, que, em março, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em março de 2017, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.673,09, ou 3,92 vezes o mínimo de R$ 937,00. Em fevereiro de 2017, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.658,72, ou 3,90 vezes o mínimo. Em março de 2016, o salário mínimo necessário foi de R$ 3.736,26, ou 4,25 vezes o piso vigente, que equivalia a R$ 880,00.

Comportamento da cesta em todas as capitais

Em março, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou em 20 das 27 capitais brasileiros, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). As maiores altas foram registradas em algumas capitais do Nordeste: Teresina (3,90%), Natal (3,54%), Recife (3,53%), São Luís (2,77%) e João Pessoa (2,59%). As retrações mais expressivas foram observadas em Rio Branco (-2,19%) e Cuiabá (-1,14%).

Porto Alegre foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 437,22), seguida por São Paulo (R$ 435,34) e Florianópolis (R$ 433,70). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 323,34) e Salvador (R$ 349,66).

Em 12 meses, 12 cidades acumularam alta. As elevações mais expressivas foram observadas em Natal (11,70%), Maceió (7,82%) e João Pessoa (6,34%). As reduções ocorreram em 15 cidades, com destaque para Brasília (-6,60%), Belo Horizonte (-5,69%) e Rio Branco
(-5,64%).

No primeiro trimestre de 2017, 19 capitais acumularam queda, com destaque para Rio Branco (-15,89%), Cuiabá (-8,51%) e Boa Vista (-6,12%). Já os aumentos mais expressivos foram registrados em Fortaleza (3,71%), Natal (3,45%) e Teresina (3,22%).

TABELA 2

Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos

Custo e variação da cesta básica em 27 capitais

Brasil – março de 2017

Capital

Valor da cesta

Variação mensal (%)

Porcentagem do Salário Mínimo Líquido

Tempo de trabalho

Variação no ano

(%)

Variação anual (%)

Porto Alegre

437,22

0,39

50,72

102h40m

-4,75

3,88

São Paulo

435,34

2,14

50,50

102h13m

-0,81

-1,97

Florianópolis

433,70

-0,10

50,31

101h50m

-4,43

-1,67

Rio de Janeiro

431,31

1,59

50,03

101h16m

-2,80

-2,15

Vitória

415,75

0,42

48,23

97h37m

-2,48

-0,58

Brasília

415,39

-0,29

48,19

97h32m

-3,78

-6,60

Fortaleza

408,83

1,72

47,43

95h59m

3,71

5,83

Belém

394,21

-0,34

45,73

92h34m

-4,02

-4,75

Campo Grande

391,95

1,70

45,47

92h02m

-3,95

-0,53

Teresina

391,15

3,90

45,37

91h50m

3,22

1,39

Cuiabá

389,94

-1,14

45,23

91h33m

-8,51

-4,36

Curitiba

389,52

0,58

45,19

91h28m

-4,96

-2,81

Goiânia

388,31

2,14

45,05

91h10m

0,38

2,61

Belo Horizonte

385,57

2,09

44,73

90h32m

-2,30

-5,69

João Pessoa

374,18

2,59

43,41

87h51m

2,19

6,34

Palmas

373,56

0,96

43,33

87h43m

-2,49

-0,89

Porto Velho

372,96

1,93

43,26

87h34m

-1,25

5,27

Manaus

371,93

-0,93

43,15

87h20m

-5,86

-2,51

Boa Vista

371,49

1,13

43,09

87h13m

-6,12

-1,03

Maceió

369,33

-0,53

42,84

86h43m

-5,68

7,82

São Luís

364,28

2,77

42,26

85h32m

2,31

2,17

Natal

364,12

3,54

42,24

85h29m

3,45

11,70

Macapá

362,13

0,93

42,01

85h02m

-2,20

-2,79

Recife

356,21

3,53

41,32

83h38m

2,37

2,59

Aracaju

351,81

2,06

40,81

82h36m

0,61

0,71

Salvador

349,66

0,07

40,56

82h06m

-1,55

0,27

Rio Branco

323,34

-2,19

37,51

75h55m

-15,89

-5,64

Fonte: DIEESE

Comportamento dos preços em todas as capitais

Entre fevereiro e março, houve predominância de alta no preço do tomate, café em pó, manteiga e batata, coletada na região Centro-Sul. Açúcar, feijão e óleo de soja tiveram redução média de valor na maior parte das cidades.

O tomate registrou aumento em 23 cidades, devido à baixa oferta, após período de abastecimento e muitos descartes. As maiores altas ocorreram em Natal (37,21%), São Paulo (34,92%), Teresina (32,54%), Goiânia (31,82%) e Campo Grande (29,05%). Houve queda em Rio Branco (-4,26%), Salvador (-2,77%), Manaus (-0,82%) e Macapá (-0,63%). Em 12 meses, foram registradas retrações em todas as cidades, exceto em Natal (12,74%), com destaque para as taxas de Cuiabá (-39,83%), Belo Horizonte (-38,24%) e Belém (-35,93%).

O preço do café aumentou em 20 cidades, em março. As variações oscilaram entre 0,16%, em Palmas, e 13,18%, em Goiânia. Houve estabilidade em Rio Branco e redução em seis capitais, com destaque para as taxas de Recife (-1,71%) e Campo Grande (-1,49%). Em 12 meses, todas as cidades mostraram alta, que variou entre 14,36%, em Belém, e 48,93%, em Aracaju. Baixa oferta de grãos e suspensão da importação de café robusta mantiveram os preços em alta no varejo.

A manteiga apresentou alta de preço em 20 cidades, em março, devido ao início da entressafra de leite, apesar da demanda enfraquecida por leite e derivados. Os aumentos variaram entre 0,38%, em Belo Horizonte, e 20,63%, em Boa Vista; já os recuos mais expressivos foram verificados em Palmas (-4,05%) e São Paulo (-3,10%). Em 12 meses, o preço médio do produto acumulou alta em todas as capitais e oscilou entre 22,48%, em Manaus, e 65,81%, em Aracaju.

Coletada no Centro-Oeste, Sul e Sudeste, a batata apresentou alta nos preços em nove cidades, com destaque para as variações no Rio de Janeiro (21,68%), Porto Alegre (12,63%) e Campo Grande (11,17%). Duas cidades tiveram recuo no valor do tubérculo: Goiânia (-26,51%) e Florianópolis (-4,64%). A alta na maioria das cidades em que o produto é pesquisado pode ser explicada pelas chuvas que interromperam as colheitas em Minas Gerais e Paraná; o baixo preço na safra anterior, que fez com o que o produtor diminuísse o plantio; e, o fim da safra das águas, todos fatores que reduziram a oferta. Já em 12 meses, o produto apresentou redução de valor em todas as capitais, com taxas entre -54,82%, em Curitiba, e -33,26%, em São Paulo.

O preço do açúcar seguiu em queda pelo segundo mês consecutivo e 24 cidades apresentaram retração no valor. Os recuos variaram entre -10,20%, em Boa Vista, e -0,32%, em Natal. Em Belém (0,83%), Palmas (0,96%) e Fortaleza (1,93%), foram observados aumentos. A proximidade da nova safra e a flexibilidade das usinas para vender os estoques fizeram o preço do produto diminuir no varejo. Em 12 meses, quase todas as capitais mostraram elevação de valor: entre 0,29%, no Rio de Janeiro, e 17,83%, em Rio Branco. Em Brasília (-11,76%) e Recife (-2,04%), as taxas acumuladas foram negativas.

Das 27 capitais onde se realiza a pesquisa, o preço do feijão caiu em 22, em março. O do tipo carioquinha, pesquisado nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e em São Paulo, caiu entre -35,58%, em Maceió, e -4,38%, em Macapá. Houve aumento em Campo Grande (0,22%), Salvador (0,22%), Aracaju (1,44%), Belo Horizonte (5,70%) e Belém (6,40%). Já o preço do feijão preto diminuiu em todas as localidades onde é pesquisado - capitais do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro: Curitiba (-16,30%), Rio de Janeiro (-13,00%), Vitória (-11,30%), Florianópolis (-11,07%) e Porto Alegre (-7,48%). Em 12 meses, o valor do grão carioquinha diminuiu em 20 capitais: as quedas variaram entre -30,95%, em Belém, e -6,17%, em Aracaju. Em Fortaleza (2,09%) e Manaus (19,41%), foram verificadas altas acumuladas. Também para o tipo preto, em 12 meses, houve alta em todas as localidades, com destaque para as taxas de Porto Alegre (28,62%) e Florianópolis (12,08%). A escassez do grão de boa qualidade, tanto do carioquinha quanto do preto, elevou o valor em algumas cidades.

O preço do óleo de soja diminuiu em 20 capitais, em março. O recuo variou entre -5,57%, em Recife e -0,70%, em Macapá. As maiores altas foram registradas em Goiânia (6,41%) e Manaus (6,24%). Em 12 meses, o valor cresceu em todas as localidades, com taxas entre 1,60%, em Florianópolis, e 15,44%, em Fortaleza. Oferta elevada devido à alta produtividade das lavouras brasileiras e diminuição do preço internacional vêm reduzindo o preço do grão e, consequentemente, dos derivados dele.

TABELA 3

Variação mensal do gasto por produto

Março de 2017 (em %)

Produtos

Centro-Oeste

Sudeste

Sul

Brasília

Campo Grande

Cuiabá

Goiânia

Belo Horizonte

Rio de Janeiro

São Paulo

Vitória

Curitiba

Florianópolis

Porto Alegre

Total

-0,29

1,70

-1,14

2,14

2,09

1,59

2,14

0,42

0,58

-0,10

0,39

Carne

-1,25

-2,07

-1,92

3,69

-1,80

0,18

-0,92

-1,21

-2,07

1,40

0,00

Leite

0,30

0,28

-1,31

5,51

3,36

3,16

2,99

2,43

3,21

2,01

3,84

Feijão

-6,59

0,22

-12,90

-13,44

5,70

-13,00

-4,55

-11,30

-16,30

-11,07

-7,48

Arroz

-0,29

-0,33

-4,05

-1,03

0,34

0,25

0,65

-1,07

1,09

-3,02

0,67

Farinha

-7,34

2,01

-1,33

0,65

-2,12

0,22

-4,23

-2,51

-3,34

-0,45

-4,46

Batata

7,46

11,17

7,69

-26,51

5,50

21,68

6,78

8,12

5,95

-4,64

12,63

Tomate

4,13

29,05

4,76

31,82

24,83

20,76

34,92

19,74

28,14

17,14

6,31

Pão

0,18

1,85

-0,20

-4,32

-0,44

-0,76

-0,18

1,17

1,77

0,65

0,71

Café

-1,07

-1,49

1,86

13,18

1,01

2,71

2,73

4,05

2,06

1,44

0,67

Banana

0,18

-0,50

-4,65

3,70

5,08

-1,74

-1,47

-3,87

-0,36

-5,61

-1,16

Açúcar

-2,60

-1,72

-4,95

-2,29

-2,02

-4,14

-3,63

-3,21

-2,90

-1,99

-3,22

Óleo

-4,47

-2,16

-1,90

6,41

-3,78

-3,86

-1,02

-2,41

-1,98

-2,50

-0,86

Manteiga

1,90

-1,30

6,72

13,31

0,38

4,43

-3,10

0,63

5,20

-1,08

2,24

(continua)

Produtos

Norte

Nordeste

Belém

Boa Vista

Macapá

Manaus

Palmas

Porto Velho

Rio Branco

Aracaju

Fortaleza

João Pessoa

Maceió

Natal

Recife

Salvador

São Luís

Teresina

Total

-0,34

1,13

0,93

-0,93

0,96

1,93

-2,19

2,06

1,72

2,59

-0,53

3,54

3,53

0,07

2,77

3,90

Carne

-2,70

0,80

-0,14

0,80

-0,81

-0,64

-0,48

-0,59

-1,41

0,60

-0,53

0,46

2,95

-2,54

0,67

0,09

Leite

-2,92

-5,73

1,69

-1,43

1,16

-1,14

-2,05

2,72

-1,21

-0,26

1,60

-1,34

-3,34

4,58

3,19

-1,13

Feijão

6,40

-9,68

-4,38

-7,09

-5,60

-5,51

-10,27

1,44

-9,68

-12,11

-35,58

-13,55

-16,32

0,22

-12,14

-11,82

Arroz

-5,28

-0,34

0,00

-1,17

-1,20

9,77

-0,90

-0,56

0,00

-1,20

2,07

1,88

0,55

4,64

-1,43

-1,50

Farinha

-1,56

-0,34

0,00

-2,74

4,35

6,91

2,27

0,80

2,16

2,25

5,99

5,80

3,07

0,00

1,26

1,29

Batata

Tomate

4,90

6,48

-0,63

-0,82

15,73

16,35

-4,26

16,73

13,85

25,60

28,97

37,21

28,98

-2,77

20,99

32,54

Pão

-1,18

-0,13

0,00

1,28

0,37

0,35

0,82

-0,75

0,98

0,54

-9,27

0,25

-0,11

1,90

0,00

-0,21

Café

1,10

0,97

1,79

2,86

0,16

2,84

0,00

2,45

3,67

1,54

-0,63

-0,83

-1,71

6,23

-1,43

0,95

Banana

0,93

-1,82

6,89

-2,81

-1,27

0,11

-5,64

3,33

5,60

7,23

9,31

7,19

10,80

1,22

7,60

9,54

Açúcar

0,83

-10,20

-0,95

-3,38

0,96

-1,96

-0,98

-1,62

1,93

-1,05

-0,67

-0,32

-2,70

-0,33

-4,55

-1,92

Óleo

1,10

3,94

-0,70

6,24

-1,98

-1,69

-0,90

-0,93

0,22

-1,96

1,35

0,22

-5,57

-2,86

-3,36

-0,89

Manteiga

-1,65

20,63

8,14

1,66

-4,05

1,37

-0,26

1,92

3,39

-0,15

1,23

2,16

2,76

1,85

2,40

2,52

Fonte: DIEESE. Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos

Obs.: Podem ocorrer pequenas diferenças nas variações em relação ao texto, pois os dados desta tabela derivam do cálculo resultante do preço dos produtos multiplicado pelas quantidades estabelecidas na cesta

TABELA 4

Variação anual do gasto por produto

Março de 2017 (em %)

Produtos

Centro-Oeste

Sudeste

Sul

Brasília

Campo Grande

Cuiabá

Goiânia

Belo Horizonte

Rio de Janeiro

São Paulo

Vitória

Curitiba

Florianópolis

Porto Alegre

Total

-6,60

-0,53

-4,36

2,61

-5,69

-2,15

-1,97

-0,58

-2,81

-1,67

3,88

Carne

-5,37

-2,60

-1,34

4,83

0,78

-2,86

-3,95

0,77

-3,52

-11,31

1,62

Leite

14,26

13,11

12,44

11,25

5,10

9,03

11,42

1,53

5,92

3,06

10,83

Feijão

-11,93

-16,37

-20,51

-12,29

-12,54

10,33

-24,79

11,94

9,11

12,08

28,62

Arroz

8,41

17,72

11,29

14,29

10,74

12,89

6,21

13,47

12,55

8,62

17,12

Farinha

3,31

2,78

-4,93

5,22

-2,12

1,59

-8,29

-5,66

-0,86

-4,34

-9,07

Batata

-51,58

-50,23

-54,29

-36,25

-47,73

-41,36

-33,26

-42,76

-54,82

-49,32

-48,56

Tomate

-35,21

-9,05

-39,83

-21,62

-38,24

-33,06

-19,50

-28,06

-30,37

-16,75

-13,66

Pão

3,44

5,64

2,50

6,90

2,90

6,45

4,70

2,44

2,79

9,37

1,31

Café

32,07

17,54

16,44

38,89

27,37

19,57

19,39

40,85

15,77

15,22

20,14

Banana

2,60

13,64

17,62

11,69

-7,74

4,75

22,26

4,95

17,83

28,10

26,34

Açúcar

-11,76

17,77

14,96

14,29

8,00

0,29

5,80

9,55

9,45

4,55

6,74

Óleo

4,05

2,25

7,48

7,67

7,30

6,41

10,17

5,74

4,69

1,60

4,07

Manteiga

40,66

35,44

56,40

58,82

43,34

42,08

31,02

46,07

35,79

33,02

29,36

(continua)

Produtos

Norte

Nordeste

Belém

Boa Vista

Macapá

Manaus

Palmas

Porto Velho

Rio Branco

Aracaju

Fortaleza

João Pessoa

Maceió

Natal

Recife

Salvador

São Luís

Teresina

Total

-4,75

-1,03

-2,79

-2,51

-0,89

5,27

-5,64

0,71

5,83

6,34

7,82

11,70

2,59

0,27

2,17

1,39

Carne

2,03

5,26

-6,66

-8,20

-3,94

-0,11

-3,72

-5,65

-0,29

2,35

5,13

4,24

0,95

-5,25

-0,48

0,23

Leite

5,19

0,49

12,27

5,83

2,35

12,34

8,83

18,87

17,58

9,54

4,68

5,73

-2,75

19,02

11,17

16,18

Feijão

-30,95

-8,50

-11,79

19,41

-21,76

-27,36

-23,02

-6,17

2,09

-15,09

-13,24

-9,81

-16,32

-9,69

-15,95

-16,13

Arroz

1,11

24,01

10,28

24,83

13,56

26,22

10,88

15,27

18,73

12,23

17,06

16,07

10,27

23,07

11,63

13,41

Farinha

0,87

37,27

29,09

9,69

39,21

40,00

46,43

45,37

41,19

44,18

48,70

55,78

49,26

31,78

42,44

17,35

Batata

Tomate

-35,93

-4,75

-25,75

-15,03

-32,06

-6,33

-26,38

-28,47

-21,55

-1,87

-0,80

12,74

-18,16

-27,36

-20,19

-14,78

Pão

2,55

-2,24

-1,98

3,26

5,52

5,25

-14,40

3,81

4,02

5,19

-0,99

5,05

3,31

7,40

8,10

2,58

Café

14,36

15,53

28,80

23,24

17,68

21,38

15,41

48,93

30,06

23,28

27,13

20,52

18,13

37,77

23,66

33,40

Banana

8,51

-41,71

9,61

-15,80

16,92

16,96

-1,08

2,14

27,57

13,62

21,46

25,14

15,54

-3,88

5,44

-7,09

Açúcar

3,70

13,24

3,29

2,14

8,59

14,94

17,83

10,18

14,44

0,71

6,81

5,86

-2,04

5,88

1,82

6,99

Óleo

11,92

9,95

2,17

9,26

5,45

2,01

6,01

13,53

15,44

9,76

12,53

12,59

13,64

7,09

6,67

8,25

Manteiga

30,07

37,67

40,72

22,48

58,39

24,50

25,09

65,81

45,21

37,64

35,05

49,61

42,52

37,77

41,50

53,08

Fonte: DIEESE. Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos

Obs.: Podem ocorrer pequenas diferenças nas variações em relação ao texto, pois os dados desta tabela derivam do cálculo resultante do preço dos produtos multiplicado pelas quantidades estabelecidas na cesta


[1]

Fontes de consulta: Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ /USP, Unifeijão , Conab - Companhia Nacional de Abastecimento, Embrapa, Agrolink, Globo Rural, artigos diversos em jornais e revistas.

[2] Fontes de consulta: Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ /USP, Unifeijão , Conab - Companhia Nacional de Abastecimento, Embrapa, Agrolink, Globo Rural, artigos diversos em jornais e revistas.

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