Educação

Cerca de 350 pessoas participam do Pré-Enem PPL

Para o secretário da Educação, Hélder Jacobina, esta é uma política pública de extrema importância para o estado do Piauí
Fonte: Seduc | Editor: Redação 05/05/2018 16:48
Pré-Enem PPL Pré-Enem PPLFoto: Ascom Seduc

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), iniciou neste sábado (05) o ciclo de revisões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas unidades prisionais do Piauí. A iniciativa visa preparar as pessoas privadas de liberdade (PPL) para o exame.

A revisão deste sábado aconteceu na Casa de Custódia, em Teresina, para cerca de 350 reeducandos, beneficiando também outras penitenciárias da Grande Teresina, como a de Altos, a Major César, a Penitenciária Feminina e a Irmão Guido. Até o exame, em novembro, acontecerão revisões nas unidades prisionais de Picos, Oeiras , Floriano, Bom Jesus e Esperantina.

Para o secretário da Educação, Hélder Jacobina, esta é uma política pública de extrema importância para o estado do Piauí. "Temos essa parceria com a Sejus desde 2015, que tem rendido frutos excelentes. Nossa perspectiva enquanto Governo do Estado é sempre ampliar cada vez mais o acesso à educação, oferecendo a oportunidade para que quando os reeducandos tenham uma profissão ou acesso ao Ensino Superior, ao alcançar a liberdade", garante Hélder Jacobina.

Como nas revisões de 2017, serão ministradas aulas das disciplinas de Química, Física, Matemática, Linguagens, Biologia e Redação. O material, com o caderno de questões, é fornecido pela Seduc, que também envia a equipe de professores e do Canal Educação.

Amanda Josiely, reeducanda da penitenciária feminina que estuda há três anos, está prestes a receber seu diploma de Ensino Médio e sonha em cursar o Ensino Superior. "Fora da penitenciária eu não me importava com os estudos. O sistema me deu a oportunidade e agora em 2018 vou receber meu diploma do Ensino Médio e continuar aproveitando as revisões para ser aprovada, um dia, no curso de medicina", afirma.

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