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Casa de Detenção de Campo Maior será inaugurada ainda este ano e terá 160 novas vagas

A parte física está concluída, restando, apenas, equipar a nova unidade
Fonte: Governo do Piauí | Editor: Redação 30/08/2017 13:42
O intuito da visita foi vistoriar os últimos detalhes para inaugurar o novo presídio ainda neste ano O intuito da visita foi vistoriar os últimos detalhes para inaugurar o novo presídio ainda neste anoFoto: Ascom Sejus

As equipes de Engenharia e da Diretoria da Unidade de Administração Penitenciária (Duap) da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) realizaram, nessa terça-feira (29), visita técnica à Casa de Detenção Provisória de Campo Maior. O intuito da visita foi vistoriar os últimos detalhes do local para a inauguração do novo presídio ainda neste ano.

Localizada na zona rural de Campo Maior, município a 80 km ao Norte de Teresina, a Casa de Detenção de Campo Maior abrirá 160 novas vagas no sistema prisional do Piauí. Serão dois pavilhões, com um total de 47 celas. Na estrutura, o local ainda abrigará módulos de ensino, consultório odontológico e setor administrativo.

De acordo com Socorro Seabra, coordenadora do setor de Engenharia da Secretaria da Justiça, a parte física está concluída, restando, apenas, equipar a nova unidade. “A obra do novo presídio de Campo Maior está concluída e, a partir dessa vistoria, vamos elaborar um relatório, sugerindo mais algumas melhorias, se for o caso”, explica Socorro.

O diretor da Unidade Administrativa Penitenciária, Leandro Oliveira, ressalta que a visita foi, também, para avaliar as condições de trabalho para os servidores. “Conferimos se as modificações estão de acordo com as normas de segurança e humanização. O objetivo é dar boa qualidade de trabalho aos funcionários e preservar a segurança do interno”, pontua Leandro.

O secretário de Estado da Justiça, Daniel Oliveira, observa que a Casa de Detenção de Campo Maior, a nova Cadeia Pública de Altos e os presídios que serão construídos em Oeiras e Bom Princípio vão colaborar para reduzir o excedente prisional. “Nossa meta é diminuir a superlotação, tornando o sistema mais seguro e efetivo, do ponto de vista da humanização”, destaca o gestor.

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