Polícia

Barêtta: Allisson é perigoso e não pode ser solto

Defesa do assassino de Camila Abreu pediu a liberdade do preso
Fonte: Polícia Civil | Editor: Paulo Pincel 20/11/2017 09:11
Delegado Francisco Costa, o "Barêtta" Delegado Francisco Costa, o "Barêtta"Foto: Paulo Pincel

O coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado Francisco Costa, o Barêtta, adverte que o réu confesso do feminicídio de Camila Pereira de Abreu, capitão-PM Allisson Wattson da Silva Nascimento, 37 anos, que está preso no Presidio da Polícia Militar no CFAP, não pode ser liberado pela Justiça, como quer a defesa do acusado por “ser de alta periculosidade”. O Ministério Público pediu que a prisão temporária de Allisson Nascimento seja convertida em preventiva.

O laudo cadavérico realizado no corpo de Camila revelou que a vítima foi torturada antes de ser morta com um tiro de pistola .40 na cabeça. "Ele está preso temporariamente e o Ministério Público solicitou à Justiça a conversão em preventiva. Já provamos que temos um indivíduo perigoso, que intimida testemunhas, que destrói provas. Ele não pode ficar no seio da sociedade enquanto a instrução não for concluída”, defendeu Barêtta.

"A investigação provou que ele tentou destruir provas, lavando e tentando vender o carro, ocultando o cadáver", acrescenta o delegado. São laudos de achado de cadáver, além de outros baseados nos exames feitos no carro, na manta que foi deixada no lava jato. Ele é de alta periculosidade", acrescentou.

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