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Balão inflável representando Trump fará parte dos protestos contra G20

O balão foi trazido por Robert S. Kennedy, que viajou dos Estados Unidos a Buenos Aires
Fonte: Noticias ao minuto | Editor: Redação 30/11/2018 07:17
O boneco faz parte dos protestos contra a Cúpula do G20 O boneco faz parte dos protestos contra a Cúpula do G20Foto: REUTERS/Pilar Olivares

Um balão inflável que representa o presidente norte-americano Donald Trump, com topete laranja e usando fralda fará parte dos protestos contra a Cúpula do G20 (grupo das vinte maiores economias do mundo) que começa amanhã (30) e dura dois dias. O balão foi trazido por Robert S. Kennedy, que viajou dos Estados Unidos a Buenos Aires, fazendo escala em São Paulo e levando consigo o "Bebê Trump".

“Queremos pedir aos lideres do mundo que cresçam e amadureçam e que façam um esforço para trabalhar em conjunto, de forma pacifica”, disse Kennedy, em entrevista a Agencia Brasil. “E mais importante, que ouçam a voz do povo, que tem o direito de manifestar a sua opinião de forma pacifica – sem violência”, disse.

O "Bebê Trump" apareceu pela primeira vez durante a visita de Donald Trump a Londres, em meados do ano. Hoje (29) ele foi inflado ao lado do Congresso argentino, onde manifestantes de organizações sociais protestavam contra o G20 e o Fundo Monetário Internacional (FMI), e a favor dos direitos das minorias e dos trabalhadores.

Na manhã de hoje, Buenos Aires amanheceu sitiada. As ruas próximas das embaixadas e dos hotéis de luxo, onde ficarão hospedadas as delegações do G-20, foram bloqueadas por barreiras de metal. Os moradores da zona só podiam entrar em casa apresentando documento de identidade e sendo escoltados pela policia ate a porta.

O governo argentino decretou feriado amanhã e suspendeu o transporte publico em muitas partes da cidade. A brasileira Analba Teixeira, que faz parte de uma organização feminista, conseguiu participar do protesto em frente ao Congresso. “Nos hospedamos aqui perto, por isso chegamos à praça. Mas amanhã, quem vive mais longe, terá muita dificuldade para se locomover”, disse a Agencia Brasil.

Nem a imprensa credenciada terá acesso aos líderes. O transporte à sala dos jornalistas que cobrem o evento, dependerá de vans, colocadas à disposição pelos organizadores do G20. E os chefes-de-estado e de governo se reunirão em outro prédio, a mais de quatro quilômetros de distância.

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