Reforma administrativa será votada em Plenário na terça (26)

Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB) Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB)Foto: PAULO PINCEL/PH

As seis mensagens da reforma proposta pelo governador Wellington Dias para reduzir em R$ 400 milhões a despesa com a manutenção da máquina administrativa deverão ser votadas já na próxima semana. Na terça-feira (26), uma reunião conjunta das comissões técnicas – CCJ e Administração - vai receber e votar os pareceres dos relatores das propostas. Após votados e aprovados nas comissões, os projetos seguem para votação em Plenário.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB), adiantou que na terça-feira (26), os relatores das mensagens que alteram leis, extinguindo cargos e órgãos, vão ler seus relatórios e votar. Em seguida, os outros integrantes das comissões votam o parecer, acompanhando ou não voto do relator.

“Cada relator é o senhor da matéria. É ele quem vai dizer se vai fazer uma adequação ou não. Eles é que vão sugerir ao entrega essa proposta na terça-feira”, afirmou Themístocles Filho.

O presidente não quis comentar a indicação de cargos. Mesmo pressionado pelos jornalistas, Themístocles desconversou sobre a pressão dos partidos da base aliada para a definição dos nomes dos secretários e demais auxiliares do primeiro escalão do Executivo.

"Compete ao governador chamar os partidos políticos. É ele quem faz esse chamamento. Não é o MDB quem vai chamar o governador. Isso aí é uma competência exclçusiva do governador. Ele sabe quem ajudou ele na campanha, quem trabalhou, quem ajuda ele no poder Legislativo, quem quer o bem do Piauí. Nós devemos fazer na primeira hora é o bem do Pauí", defendeu.

Themístocles argumentou que o que o povo quer é estrada, educação, saúde, segurança, infraestrutura. "Nós devemos trabalhar isso. É isso que o povo reivindica do governador, dos deputados estaduais, federais, senadores do nosso estado. Eu nãoe stou com essa pressa não. Deixa o governador. Ele vai chamar, no momento certo, na hora adequada ele vai chamar e vai conversar com todos os partidos políticos. Para que essa presa?. ada coisa no momento certo".

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Paulo Pincel

Paulo Barros é formado em Comunicação Social-Jornalismo/UFPI; com Especialização em Marketing e Jornalismo Político/Instituto Camilo Filho

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